Temer faz subemprego chegar 5,8 milhões de trabalhadores

Segundo dados do IBGE, além de elevar o desemprego para mais de 13 milhões de pessoas, o governo de Michel Temer aprofundou também o subemprego: o total de trabalhadores subempregados aumentou para 11,5%, pulou de 5,2 milhões para 5,8 milhões, no segundo trimestre de 2017; o total da força de trabalho subutilizada, que inclui desempregados, subempregados e a força de trabalho potencial (pessoas que não procuram empregos), chegou a 26,3 milhões de pessoas no mesmo período

Segundo dados do IBGE, além de elevar o desemprego para mais de 13 milhões de pessoas, o governo de Michel Temer aprofundou também o subemprego: o total de trabalhadores subempregados aumentou para 11,5%, pulou de 5,2 milhões para 5,8 milhões, no segundo trimestre de 2017; o total da força de trabalho subutilizada, que inclui desempregados, subempregados e a força de trabalho potencial (pessoas que não procuram empregos), chegou a 26,3 milhões de pessoas no mesmo período
Segundo dados do IBGE, além de elevar o desemprego para mais de 13 milhões de pessoas, o governo de Michel Temer aprofundou também o subemprego: o total de trabalhadores subempregados aumentou para 11,5%, pulou de 5,2 milhões para 5,8 milhões, no segundo trimestre de 2017; o total da força de trabalho subutilizada, que inclui desempregados, subempregados e a força de trabalho potencial (pessoas que não procuram empregos), chegou a 26,3 milhões de pessoas no mesmo período (Foto: Charles Nisz)

247 - O total de trabalhadores subempregados aumentou para 11,5% – pulou de 5,2 milhões para 5,8 milhões – no 2º trimestre, segundo o IBGE. E o total da força de trabalho subutilizada – que inclui desempregados, subempregados e a força de trabalho potencial (pessoas que não procuram empregos) – chegou a 26,3 milhões de pessoas no mesmo período.

Temer e os patrões devem estar felizes, eles queriam isso mesmo, tirar direitos e jogar a classe trabalhadora no subemprego, na miséria. Foi para isso que aprovaram o desmonte da CLT, que eles chamaram de reforma Trabalhista. Os dados da tragédia brasileira, que constam da pesquisa ampliada da Pnad Contínua, divulgada nesta quinta-feira (17), é a maior comprovação de que o governo golpista e ilegítimo de Temer legalizou o “bico”. É o fim do contrato de trabalho formal, da carteira assinada, dos direitos.

E a triste ironia é que a comprovação do prejuízo para os trabalhadores que as reformas de Temer representam foi feita justamente por uma organização oficial do governo, o IBGE. Leia mais no blog de Vagner Freitas, presidente da CUT.

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