Tijolaço: coreano crê mais no Brasil que os “economeiros” daqui

"O economista sul-coreano Ha-Joon Chang, há trinta anos vivendo em Cambridge e lecionando na prestigiadíssima universidade local, é conhecido em todo o mundo por seus livros, escritos em linguagem simples, que desmontam as teses da sabedoria inquestionável do 'mercado'", diz Fernando Brito, no Tijolaço; "Chang puxa o tapete dos 'economeiros' tupiniquins em vários assuntos, em especial a venda da Embraer para a Boeing, que ele resume numa frase mortal, dizendo que a brasileira vai ser apenas uma 'segunda marca' da gigante americana"

"O economista sul-coreano Ha-Joon Chang, há trinta anos vivendo em Cambridge e lecionando na prestigiadíssima universidade local, é conhecido em todo o mundo por seus livros, escritos em linguagem simples, que desmontam as teses da sabedoria inquestionável do 'mercado'", diz Fernando Brito, no Tijolaço; "Chang puxa o tapete dos 'economeiros' tupiniquins em vários assuntos, em especial a venda da Embraer para a Boeing, que ele resume numa frase mortal, dizendo que a brasileira vai ser apenas uma 'segunda marca' da gigante americana"
"O economista sul-coreano Ha-Joon Chang, há trinta anos vivendo em Cambridge e lecionando na prestigiadíssima universidade local, é conhecido em todo o mundo por seus livros, escritos em linguagem simples, que desmontam as teses da sabedoria inquestionável do 'mercado'", diz Fernando Brito, no Tijolaço; "Chang puxa o tapete dos 'economeiros' tupiniquins em vários assuntos, em especial a venda da Embraer para a Boeing, que ele resume numa frase mortal, dizendo que a brasileira vai ser apenas uma 'segunda marca' da gigante americana" (Foto: Leonardo Lucena)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - O economista sul-coreano Ha-Joon Chang, há trinta anos vivendo em Cambridge e lecionando na prestigiadíssima universidade local, é conhecido em todo o mundo por seus livros, escritos em linguagem simples, que desmontam as teses da sabedoria inquestionável do “mercado”. Em entrevista ao Estadão, reproduzida em A Tarde, Chang puxa o tapete dos “economeiros” tupiniquins em vários assuntos, em especial a venda da Embraer para a Boeing, que ele resume numa frase mortal, dizendo que a brasileira vai ser apenas uma “segunda marca” da gigante americana.

Chang discorre,também, sobre o desenvolvimentismo brasileiro, o qual critica menos pelas orientações econômicas e mais pela falta de contrapartidas das empresas nacionais beneficiadas por ele. E tem toda a razão, porque a grande maioria recebeu incentivos e, em lugar de melhorarem seu funcionamento e busca de mercados, passaram para o lado do pato e se agregaram à sedição contra o regime democrático.

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