A Copa de Putin, Lênin e Lula

No bolão confidencial do Kremlin (que a KGB não nos leia, os deuses do futebol fizeram chegar só até a mim os palpites), nem o presidente Vladimir Putin acertou o resultado da partida de abertura da Copa do Mundo. Cinco a zero, passeio do balé Bolshoi boleiro vermelho no estádio Lujniki, em Moscou. O presidente russo comemorou, sem mover um músculo do rosto nem mesmo esboçar sorriso de canto de boca, como manda o manual dos bons antigos espiões, mas deve saber que a goleada não transforma a seleção anfitriã em favorita ao título

No bolão confidencial do Kremlin (que a KGB não nos leia, os deuses do futebol fizeram chegar só até a mim os palpites), nem o presidente Vladimir Putin acertou o resultado da partida de abertura da Copa do Mundo. Cinco a zero, passeio do balé Bolshoi boleiro vermelho no estádio Lujniki, em Moscou. O presidente russo comemorou, sem mover um músculo do rosto nem mesmo esboçar sorriso de canto de boca, como manda o manual dos bons antigos espiões, mas deve saber que a goleada não transforma a seleção anfitriã em favorita ao título
No bolão confidencial do Kremlin (que a KGB não nos leia, os deuses do futebol fizeram chegar só até a mim os palpites), nem o presidente Vladimir Putin acertou o resultado da partida de abertura da Copa do Mundo. Cinco a zero, passeio do balé Bolshoi boleiro vermelho no estádio Lujniki, em Moscou. O presidente russo comemorou, sem mover um músculo do rosto nem mesmo esboçar sorriso de canto de boca, como manda o manual dos bons antigos espiões, mas deve saber que a goleada não transforma a seleção anfitriã em favorita ao título (Foto: Pablo Nacer)

No bolão confidencial do Kremlin (que a KGB não nos leia, os deuses do futebol fizeram chegar só até a mim os palpites), nem o presidente Vladimir Putin acertou o resultado da partida de abertura da Copa do Mundo. Cinco a zero, passeio do balé Bolshoi boleiro vermelho no estádio Lujniki, em Moscou. O presidente russo comemorou, sem mover um músculo do rosto nem mesmo esboçar sorriso de canto de boca, como manda o manual dos bons antigos espiões, mas deve saber que a goleada não transforma a seleção anfitriã em favorita ao título. Tivessem enfrentado o vento, talvez a partida tivesse sido mais dura e disputada, como costumam dizer lá na minha vila. O futebol jogado pela Arábia Saudita em muitos lances me fez sentir saudades das peladas da madrugada que jogava com os amigos nas praias de São Vicente, litoral paulista, quando moleque; em outros momentos, parecia o todo-poderoso Santos do professor Jair Ventura.

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