Aécio critica posição do Brasil sobre Venezuela

Senador mineiro e presidenciável tucano diz que país perdeu oportunidade histórica de assumir papel de líder do continente: “ao assinar as notas do Mercosul e do Unasul que emprestam respaldo ao presidente Nicolás Maduro, o Brasil ignora as respostas que o governo venezuelano tem dado às manifestações de protesto, com flagrante repressão contra toda e qualquer oposição ao regime e o cerceamento ostensivo à liberdade de expressão”

Senador mineiro e presidenciável tucano diz que país perdeu oportunidade histórica de assumir papel de líder do continente: “ao assinar as notas do Mercosul e do Unasul que emprestam respaldo ao presidente Nicolás Maduro, o Brasil ignora as respostas que o governo venezuelano tem dado às manifestações de protesto, com flagrante repressão contra toda e qualquer oposição ao regime e o cerceamento ostensivo à liberdade de expressão”
Senador mineiro e presidenciável tucano diz que país perdeu oportunidade histórica de assumir papel de líder do continente: “ao assinar as notas do Mercosul e do Unasul que emprestam respaldo ao presidente Nicolás Maduro, o Brasil ignora as respostas que o governo venezuelano tem dado às manifestações de protesto, com flagrante repressão contra toda e qualquer oposição ao regime e o cerceamento ostensivo à liberdade de expressão” (Foto: Roberta Namour)
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247 – O senador mineiro e presidenciável tucano, Aécio Neves, criticou a postura do Brasil diante da crise na Venezuela.
Segundo ele, ao respaldar o presidente Nicolás Maduro, o país perdeu uma oportunidade histórica de se colocar à altura de seu papel de liderança no continente.

Aécio vê flagrante repressão do governo venezuelano contra oposição ao regime e o cerceamento ostensivo à liberdade de expressão. “Soma-se à vocação autoritária do chavismo uma grave instabilidade econômica, com a maior inflação da América Latina (57%) e a menor taxa de crescimento (1,1%). Arruinado pela má gestão, o país expõe seus cidadãos a uma rotina de escassez de alimentos e de energia”, diz.

Para o tucano, o Brasil submete sua política externa às conveniências ideológicas, deixando de representar os interesses permanentes do Estado brasileiro para defender o ideário do governo de plantão.

Leia aqui o artigo publicado na Folha de S. Paulo.

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