Aécio defende nova CPI logo após o recesso

"Não é possível que com tantas delações, confissões, o Congresso Nacional se mantenha blindado em relação a este gravíssimo escândalo. O Congresso tem a responsabilidade de participar das investigações e colaborar com apurações, punindo todos aqueles que tiverem responsabilidade com esses desvios, independentemente do partido", disse o senador tucano nesta segunda-feira; ponto de partida seria a inclusão das delações premiadas

"Não é possível que com tantas delações, confissões, o Congresso Nacional se mantenha blindado em relação a este gravíssimo escândalo. O Congresso tem a responsabilidade de participar das investigações e colaborar com apurações, punindo todos aqueles que tiverem responsabilidade com esses desvios, independentemente do partido", disse o senador tucano nesta segunda-feira; ponto de partida seria a inclusão das delações premiadas
"Não é possível que com tantas delações, confissões, o Congresso Nacional se mantenha blindado em relação a este gravíssimo escândalo. O Congresso tem a responsabilidade de participar das investigações e colaborar com apurações, punindo todos aqueles que tiverem responsabilidade com esses desvios, independentemente do partido", disse o senador tucano nesta segunda-feira; ponto de partida seria a inclusão das delações premiadas (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A oposição deve ir atrás de assinaturas para criar uma nova CPI da Petrobras assim que acaba o recesso parlamentar, defendeu nesta segunda-feira 22 o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Segundo ele, o ponto de partida da nova comissão seria a inclusão das delações premiadas da investigação Lava Jato. Aécio ressaltou também que Graça Foster não tem mais condições para estar no comando da companhia.

"Não é possível que com tantas delações, confissões, o Congresso Nacional se mantenha blindado em relação a este gravíssimo escândalo. O Congresso tem a responsabilidade de participar das investigações e colaborar com apurações, punindo todos aqueles que tiverem responsabilidade com esses desvios, independentemente do partido", disse o tucano.

Ele classificou como "graves" as denúncias feitas pela ex-gerente da estatal Venina Velosa da Fonseca. "Quando a corrupção [vira] algo institucionalizado dentro de uma empresa e as providências não são tomadas, mesmo com tantos alertas feitos, é realmente algo inédito na nossa história contemporânea. E além da crise moral, do prejuízo financeiro que vem tendo a Petrobras, é uma crise de governança que vamos infelizmente demorar muito tempo a superar", afirmou.

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