Aécio propõe “virada de página” para o Brasil

Com a apresentação de 12 "pensamentos-chave" que compõem uma nova agenda para o País, presidenciável do PSDB diz que o Brasil precisa iniciar um novo ciclo, e que ele "não é vermelho, do PT, nem é azul, do PSDB, mas verde e amarelo, de todos os brasileiros"; "encarnaremos a mudança que o Brasil precisa ver", defendeu Aécio Neves; com críticas à atual gestão em todos os setores, mas principalmente na economia, área que, segundo ele, "é até covardia" discutir, senador tucano ressalta que, se "há dez anos [o Brasil] despontava com um dos países em desenvolvimento, hoje está no final da fila" sob o governo petista

BRASÍLIA, DF, 17.12.2013: AÉCIO NEVES/DIRETRIZES  - O senador e pré-candidato à presidência Aécio Neves (PSDB-MG), apresenta o documento com 12 diretrizes que servirão de base para a campanha presidencial de 2014, nesta terça-feira (17), no auditório Nere
BRASÍLIA, DF, 17.12.2013: AÉCIO NEVES/DIRETRIZES - O senador e pré-candidato à presidência Aécio Neves (PSDB-MG), apresenta o documento com 12 diretrizes que servirão de base para a campanha presidencial de 2014, nesta terça-feira (17), no auditório Nere (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O senador e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, apresentou nesta terça-feira 12 "pensamentos-chave", como ele mesmo definiu, que propõem "uma virada de página para o Brasil". O "conjunto de ideias", conforme discursou o parlamentar em evento na Câmara dos Deputados, "foi colhido em debates por todo o Brasil" e são divididos em três conceitos: confiança, cidadania e prosperidade.

Aécio Neves voltou a afirmar que, em suas viagens, tem colhido o sentimento de mudança dos brasileiros. Segundo ele, o País "precisa iniciar um novo ciclo", e ele "não é vermelho, do PT, nem é azul, do PSDB, mas é verde e amarelo, de todos os brasileiros". Com críticas à gestão petista em todos os setores, ressaltou que o PSDB "encarnará a mudança que o Brasil precisa ver" e resgatará conquistas que hoje foram colocadas em risco.

"Do ponto de vista da economia, colocamos hoje em risco conquistas de dez anos atrás", afirmou. Segundo ele, "o Brasil que há dez anos despontava com um dos países em desenvolvimento, hoje está no final da fila". "Nós criamos a responsabilidade fiscal, eles criaram a contabilidade criativa", criticou o senador, que atacou ainda "a manipulação dos dados e a incompetência de controlar a inflação", além da "gestão temerária" da Petrobras. "Querem discutir economia? É até covardia", provocou.

No mesmo dia em que a presidente Dilma Rousseff visitou as obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, o adversário do PSDB criticou o andamento e o orçamento de obras do governo federal pelo País, inclusive a refinaria do Complexo de Suape. "Não é normal termos orçadas obras em R$ 3 milhões e se arrastarem, como o Rio São Francisco, a Refinaria Abreu e Lima, estimada em R$ 4 milhões, já ter gastado R$ 17 milhões e mesmo assim nada acontece".

"Nós encarnaremos a mudança de verdade que o Brasil precisa assistir", afirmou o presidente do PSDB, acrescentando que os 12 tópicos apresentados hoje pelo partido "não significam nenhuma verdade absoluta", mas um "roteiro" para ser discutido, e que simbolizam a "verdadeira mudança que acreditamos que o Brasil precisa viver".

Baixe aqui ou confira abaixo a íntegra do documento: 

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