Agosto tem saldo recorde na balança comercial goiana

As compras da Arábia Saudita dos grãos e aves produzidas em Goiás e o aumento das vendas de milho para a China fizeram o saldo da balança comercial goiana fechar agosto em US$ 186,4 milhões – o segundo maior desde 2004; este resultado contribuiu para que o saldo acumulado nos oito primeiros meses de 2014 atingisse o maior nível dos últimos 10 anos (US$ 1,9 bilhão); secretário de Indústria e Comércio, William O’Dwyer, revela que o saldo da balança em 2014 já é 33,4% maior do que no mesmo período do ano passado; “A tendência é de que a balança comercial feche o ano com um avanço de até dois dígitos, bem acima do desempenho do País”, avalia

As compras da Arábia Saudita dos grãos e aves produzidas em Goiás e o aumento das vendas de milho para a China fizeram o saldo da balança comercial goiana fechar agosto em US$ 186,4 milhões – o segundo maior desde 2004; este resultado contribuiu para que o saldo acumulado nos oito primeiros meses de 2014 atingisse o maior nível dos últimos 10 anos (US$ 1,9 bilhão); secretário de Indústria e Comércio, William O’Dwyer, revela que o saldo da balança em 2014 já é 33,4% maior do que no mesmo período do ano passado; “A tendência é de que a balança comercial feche o ano com um avanço de até dois dígitos, bem acima do desempenho do País”, avalia
As compras da Arábia Saudita dos grãos e aves produzidas em Goiás e o aumento das vendas de milho para a China fizeram o saldo da balança comercial goiana fechar agosto em US$ 186,4 milhões – o segundo maior desde 2004; este resultado contribuiu para que o saldo acumulado nos oito primeiros meses de 2014 atingisse o maior nível dos últimos 10 anos (US$ 1,9 bilhão); secretário de Indústria e Comércio, William O’Dwyer, revela que o saldo da balança em 2014 já é 33,4% maior do que no mesmo período do ano passado; “A tendência é de que a balança comercial feche o ano com um avanço de até dois dígitos, bem acima do desempenho do País”, avalia (Foto: José Barbacena)

Goiás247 - As compras da Arábia Saudita dos grãos e aves produzidas em Goiás e o aumento das vendas de milho para a China fizeram o saldo da balança comercial goiana (diferença entre exportações e importações) fechar agosto em US$ 186,4 milhões – o segundo maior desde 2004.

Este resultado contribuiu para que o saldo acumulado nos oito primeiros meses de 2014 atingisse o maior nível dos últimos 10 anos (US$ 1,9 bilhão), confirmando a tendência de Goiás fechar 2014 com um crescimento expressivo e bem acima da média nacional em seu comércio exterior.

O secretário de Indústria e Comércio, William O’Dwyer, revela que o saldo da balança em 2014 já é 33,4% maior do que no mesmo período do ano passado. “A tendência é de que a balança comercial feche o ano com um avanço de até dois dígitos, bem acima do desempenho do País”, avalia.

O saldo da balança goiana é sete vezes maior que o da brasileira (US$ 249 milhões). Este resultado, afirma o secretário, é fruto do aumento da produção goiana, diversificação da pauta e avanço nas parcerias. “No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 4,971 bilhões. Estamos cada vez mais competitivos”, diz.

Mês

Apenas em agosto, as exportações goianas atingiram US$ 647 milhões, apontando para um recuo de 6,6% em relação ao mesmo período de 2013; as importações ficaram em US$ 460,6 milhões, avanço de 7,4%. O’Dwyer alerta que o cenário é de normalidade e que a avaliação técnica dos números do mês passado é positiva.

“A base de comparação de 2013 está inflada. Com a quebra da safra americana de milho e da safra indiana de açúcar, exportamos milho e açúcar acima da média em agosto do ano passado. Também em 2014 houve um dia útil a menos que em 2013, o que faz toda a diferença nas exportações. O cenário é de normalidade”, afirma.

O secretário destaca que os países do Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul) representaram em agosto 28% das exportações goianas. “Existe uma complementação econômica entre estes países. Goiás faz parte deste cenário, com a exportação de minérios e produtos alimentares, com preços mais competitivos”, avalia.

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