AL promulga lei com poder sobre regiões metropolitanas

Plenário da Assembleia Legislativa promulgou nessa quinta-feira, 26, a lei de autoria do deputado Wanderlei Barbosa (SD) que trata das atribuições dos parlamentares estaduais no âmbito das regiões metropolitanas de Palmas e Gurupi; matéria voltou à Casa porque o governador Marcelo Mirando (PMDB) não se manifestou dentro do prazo constitucional – de 15 dias –, caracterizando sanção tácita; projeto determina que a Assembleia Legislativa seja consultada e que tome decisão sobre as medidas adotadas pelos municípios que fazem parte das regiões metropolitanas

Plenário da Assembleia Legislativa promulgou nessa quinta-feira, 26, a lei de autoria do deputado Wanderlei Barbosa (SD) que trata das atribuições dos parlamentares estaduais no âmbito das regiões metropolitanas de Palmas e Gurupi; matéria voltou à Casa porque o governador Marcelo Mirando (PMDB) não se manifestou dentro do prazo constitucional – de 15 dias –, caracterizando sanção tácita; projeto determina que a Assembleia Legislativa seja consultada e que tome decisão sobre as medidas adotadas pelos municípios que fazem parte das regiões metropolitanas
Plenário da Assembleia Legislativa promulgou nessa quinta-feira, 26, a lei de autoria do deputado Wanderlei Barbosa (SD) que trata das atribuições dos parlamentares estaduais no âmbito das regiões metropolitanas de Palmas e Gurupi; matéria voltou à Casa porque o governador Marcelo Mirando (PMDB) não se manifestou dentro do prazo constitucional – de 15 dias –, caracterizando sanção tácita; projeto determina que a Assembleia Legislativa seja consultada e que tome decisão sobre as medidas adotadas pelos municípios que fazem parte das regiões metropolitanas (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - O plenário da Assembleia Legislativa promulgou nessa quinta-feira, 26, a lei de autoria do deputado Wanderlei Barbosa (SD) que trata das atribuições dos parlamentares estaduais no âmbito das regiões metropolitanas de Palmas e Gurupi. A matéria voltou à Casa porque o governador Marcelo Mirando (PMDB) não se manifestou dentro do prazo constitucional – de 15 dias –, caracterizando sanção tácita.

Na prática, isso significa que a lei foi sancionada, mas não produziria efeitos jurídicos se não fosse promulgada pela Assembleia. 

Os deputados Zé Roberto (PT) e Ricardo Ayres (PSB) afirmaram, durante a votação, que a matéria é inconstitucional e que sua aprovação foi equivocada. "Quero registrar minha solidariedade às populações envolvidas e às suas Câmaras Municipais, porque não é direito desta Casa de Leis a revisão do Plano Diretor de qualquer município. Isso não é legal. Por isso, considero a proposta irregular", criticou o petista.

Em defesa do projeto, Wanderlei Barbosa sempre disse que a matéria não pretende retirar o poder dos municípios, mas facilitar o acesso às políticas públicas para as cidades envolvidas. "Quem criou as regiões metropolitanas não fui eu, mas o governo estadual. Nossa proposta trata sobre fiscalização. A matéria foi encaminhada para veto ou sanção do governador. O que vemos é que as câmaras foram induzidas a se posicionar sobre uma proposta ainda em andamento e que pode ser discutida", disse, quando a matéria ainda tramitava no parlamento.

O projeto determina que a Assembleia Legislativa seja consultada e que tome decisão sobre as medidas adotadas pelos municípios que fazem parte das regiões metropolitanas. Entre as determinações está a lei que permite aos parlamentares o posicionamento sobre o Plano de Desenvolvimento Econômico a ser elaborado pelo conselho dessas regiões. (Com informações do Portal CT)

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