AL tem menor taxa de crescimento em serviços

Alagoas teve a menor taxa de crescimento do País, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O destaque de fevereiro foi o Distrito Federal com crescimento de 26,8%, seguido de Mato Grosso (24,0%) e Goiás (22,8%)

Alagoas teve a menor taxa de crescimento do País, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O destaque de fevereiro foi o Distrito Federal com crescimento de 26,8%, seguido de Mato Grosso (24,0%) e Goiás (22,8%)
Alagoas teve a menor taxa de crescimento do País, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O destaque de fevereiro foi o Distrito Federal com crescimento de 26,8%, seguido de Mato Grosso (24,0%) e Goiás (22,8%) (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Um dia depois de ter se destacado como o estado com o melhor desempenho do País nas vendas do comércio varejista no mês de fevereiro, Alagoas apresentou ontem a menor taxa de crescimento do País em faturamento no setor de serviços no segundo mês deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo dados divulgados ontem (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado obteve um crescimento de 2,6%, ficando atrás de Sergipe (3,4%), Tocantins (4,3%) e quase quatro vezes abaixo dos 10,3% registrados pelo País no referido mês.

O destaque de fevereiro, segundo os dados do IBGE, foi o Distrito Federal, que encabeça o ranking, com um crescimento de 26,8%, seguido de Mato Grosso (24,0%) e Goiás (22,8%).

Segundo o IBGE, a maior demanda por transportes impulsionou o setor de serviços no País, em fevereiro. A taxa apurada pelo instituto foi a maior desde abril de 2013, quando a receita nominal subiu 11,6% ante igual mês de 2012.

De fato, analistas apontam para recuperação na atividade no início de 2014. Segundo cálculos da consultoria Tendências, a expansão real da receita foi de 2,2% em fevereiro ante fevereiro de 2013, resultado melhor do que em janeiro (1,1%) e dezembro (-0,3%), no mesmo tipo de comparação.

"Apesar da percepção de que a dinâmica da atividade está caindo e de uma inflação ainda pressionada, o ritmo é coerente com a melhora nos rendimentos", explicou o economista Rafael Bacciotti.

Em fevereiro, a renda média do trabalhador cresceu 3,1%, para R$ 2.015,60, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), também do IBGE.

Com gazetaweb.com

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