Alckmin adia para junho tratativas com PSB

Governador de São Paulo declarou nesta segunda-feira que ainda não é o momento para se discutir alianças para as eleições de outubro; "Essas questões de alianças são o final do processo", afirmou; tucano tenta apoio do PSB de Eduardo Campos para sua campanha à reeleição, mas Marina Silva é contra e defende lançar nome próprio pelo partido; sobre o veto, Geraldo Alckmin disse ter apreço e admiração por Marina e que respeitará "qualquer que seja a decisão" do PSB sobre o assunto

Governador de São Paulo declarou nesta segunda-feira que ainda não é o momento para se discutir alianças para as eleições de outubro; "Essas questões de alianças são o final do processo", afirmou; tucano tenta apoio do PSB de Eduardo Campos para sua campanha à reeleição, mas Marina Silva é contra e defende lançar nome próprio pelo partido; sobre o veto, Geraldo Alckmin disse ter apreço e admiração por Marina e que respeitará "qualquer que seja a decisão" do PSB sobre o assunto
Governador de São Paulo declarou nesta segunda-feira que ainda não é o momento para se discutir alianças para as eleições de outubro; "Essas questões de alianças são o final do processo", afirmou; tucano tenta apoio do PSB de Eduardo Campos para sua campanha à reeleição, mas Marina Silva é contra e defende lançar nome próprio pelo partido; sobre o veto, Geraldo Alckmin disse ter apreço e admiração por Marina e que respeitará "qualquer que seja a decisão" do PSB sobre o assunto (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), desconversou na tarde desta segunda-feira 6 ao ser questionado sobre o possível apoio do PSB à sua candidatura à reeleição em 2014. Segundo ele, as alianças só serão discutidas em junho, "no final do processo".

"Essas questões de alianças são o final do processo. Primeiro você define candidaturas, discute propostas, amadurece. Por último, está o fechamento de alianças partidárias", disse o governador, enquanto cumpria agenda no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado de São Paulo.

Alkmin espera fechar com o PSB de Eduardo Campos, mas a provável vice do governador de Pernambuco, Marina Silva, tem vetado o apoio. A ex-senadora afirma ser "contraditório" estar no mesmo palanque que o tucano nas eleições e defende uma candidatura próprio do partido no estado.

Sobre o veto de Marina, afirmou ter grande apreço e admiração, e que ficou "preocupado" que ela fosse ficar "fora do processo político" quando seu partido, o Rede Sustentabilidade, não foi registrado a tempo das eleições. Alckmin acrescentou que respeitará "qualquer que seja a decisão" do PSB sobre o assunto.

O governador aproveitou para fazer elogios ao presidente do PSB paulista, o deputado federal Márcio França, que foi seu secretário de Turismo e é favorável para que o PSB apoie o tucano. "O PSB tem participado conosco desde o primeiro dia de governo", disse Geraldo Alckmin. Segundo ele, foi criada a secretaria de Turismo e Márcio França "fez um bom trabalho organizando a secretaria".

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