Alckmin aumenta tarifa de integração a partir de sábado

Reajuste das tarifas para os usuários que fazem integração entre o Metrô e a CPTM com os ônibus da capital paulista será além da inflação; anúncio do novo preço - que passará de R$ 5,92 para R$ 6,80 - ocorreu após decisão do STJ que autorizou o aumento; "A tarifa básica paulistana está entre as mais baratas da Região Metropolitana de São Paulo", afirma nota do governo Alckmin

03/03/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Transporte Público, coletivo, ônibus, nova tarifa, 3,75. Foto: Guilherme Santos/Sul21
03/03/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Transporte Público, coletivo, ônibus, nova tarifa, 3,75. Foto: Guilherme Santos/Sul21 (Foto: Gisele Federicce)

Camila Boehm - Repórter da Agência Brasil

Após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que autorizou o reajuste das tarifas do transporte público do estado de São Paulo, o governo estadual anunciou hoje (10) que os novos preços passarão a valer no próximo sábado (15). Serão reajustadas as novas tarifas para os usuários que fazem a integração entre o Metrô e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) com os ônibus da capital paulista.

O valor da integração para quem pega metrô ou trem e também um ônibus subirá de R$ 5,92 para R$ 6,80.

O valor dos bilhetes mensais também será alterado. Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos do estado, o bilhete 24 horas (indicado para mais de quatro viagens em 24 horas) custará R$ 15 o comum e R$ 20 o integrado. O bilhete mensal passará a custar R$ 190 o comum (sugerido para mais de 50 viagens) e R$ 300 o integrado (sugerido para mais de 44 viagens).

"O desconto do bilhete Fidelidade, por sua vez, será de até 10,5%, de acordo com o número de viagens. O mesmo percentual será aplicado aos bilhetes Madrugador (Metrô, das 4h40 às 6h15; e CPTM, das 4h40 às 5h35); e Da Hora (das 9h às 10h, nas linhas 8, 9 e 5), ambos fixados em R$ 3,40", acrescentou a secretaria.

Histórico

No começo do ano, o governador Geraldo Alckmin havia aumentado o preço do bilhete de integração com os ônibus e das passagens intermunicipais, mas uma decisão judicial tinha suspendido o reajuste sob o argumento de que a política tarifária era desigual, sendo mais prejudicial aos residentes de periferias distantes do centro da capital paulista. No entanto, na última sexta-feira (13), o STJ autorizou o reajuste.

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