Alckmin decide morrer abraçado a Temer

Governador de São Paulo defendeu a permanência do partido na base do governo Michel Temer a despeito da crise política gerada a partir das gravações feitas pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS; indagado por repórteres se o PSDB deveria deixar a base governista, Alckmin afirmou: "Neste momento, não"; "Não teria sido correto para com o país", completou; PSDB – que apoiou o golpe parlamentar contra a presidente eleita Dilma Rousseff - é, depois do PMDB, o maior partido de sustentação do governo Temer

Geraldo Alckmin
Geraldo Alckmin (Foto: Paulo Emílio)

SP 247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu a permanência do partido na base do governo Michel Temer a despeito da crise política gerada a partir das gravações feitas pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS, onde o próprio Temer aparece avalizando o pagamento de propinas para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso e condenado pela Lava Jato.

Indagado por repórteres se o PSDB deveria deixar a base governista, Alckmin afirmou. "Neste momento, não". "Não teria sido correto para com o país", completou. O PSDB – que apoiou o golpe parlamentar contra a presidente eleita Dilma Rousseff - é, depois do PMDB, o maior partido de sustentação do governo Temer.

Para o governador, "a situação é grave" e o PSDB tem que "participar da solução". "Não podemos deixar a economia se deteriorar", destacou defendendo as reformas propostas pelo governo e que vem sendo apoiada pelo PSDB.

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