Alckmin e Haddad arquivam diferenças em encontro

Foi no Palácio dos Bandeirantes; prefeito do PT visitou governador do PSDB; ambos fecharam acordo para a construção de 20 creches, instalação de corredor de ônibus e parceria na área de segurança; opiniões diferentes sobre internação compulsória de viciados em crack não foram discutidas publicamente

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247 – Ambos de estilo mais para o discreto do que para o efusivo, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito Fernando Haddad se reuniram nesta terça-feira 22, no Palácio dos Bandeirantes. O que poderia ser apenas uma visita de cortesia resultou na confirmação de pelo menos três parcerias discutidas entre técnicos do governo do Estado e da capital paulista. Ficou acertado que as duas administrações irão construir pelo menos 20 creches em São Paulo, que tem, atualmente, um déficit de 1,5 milhão de vagas, instalar um corredor de ônibus na região leste da cidade e aproximar as polícias militar e civil da Guarda Metropolitana, para ações na área de segurança.

Até aqui, o petista Haddad tem procurado ser econômico em posicionamentos políticos. Apesar de ter recebido o ex-presidente Lula ao lado de dez secretários municipais, neste primeiro mês de gestão ele está fungindo de polêmicas dentro e fora de seu próprio partido. A visita a Alckmin se dá no contexto de um prefeito que quer se mostrar mais amplo que o PT, à frente de um governo com um primeiro escalão que contempla sua base na Câmara Municipal.

O governador Alckmin baixou medida que permite, no Estado, o recolhimento compulsório de viciados em crack. A decisão atinge diretamente a capital paulista, cujo centro se tornou um cenário a céu aberto de consumo da droga. Haddad se manifestou contra a internação compulsória, considerando que ela atinge os direitos individuais. Na parte pública do encontro no Palácio dos Bandeirantes, no entanto, o assunto não foi tratado entre eles.

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