Alckmin ignorou pedido para demitir servidor

Corregedoria Geral da Administração recomentou há mais de dois meses o afastamento de Pedro Paulo Benvenuto, que tinha um cargo de confiança na Secretaria do Planejamento e é suspeito de envolvimento no esquema de cartel no Estado; recentemente, ele pediu para deixar o cargo por vontade própria e voltar para o Metrô, onde é funcionário de carreira

Corregedoria Geral da Administração recomentou há mais de dois meses o afastamento de Pedro Paulo Benvenuto, que tinha um cargo de confiança na Secretaria do Planejamento e é suspeito de envolvimento no esquema de cartel no Estado; recentemente, ele pediu para deixar o cargo por vontade própria e voltar para o Metrô, onde é funcionário de carreira
Corregedoria Geral da Administração recomentou há mais de dois meses o afastamento de Pedro Paulo Benvenuto, que tinha um cargo de confiança na Secretaria do Planejamento e é suspeito de envolvimento no esquema de cartel no Estado; recentemente, ele pediu para deixar o cargo por vontade própria e voltar para o Metrô, onde é funcionário de carreira (Foto: Roberta Namour)
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247 - O governo de São Paulo, de Geraldo Alckmin (PSBD) ignorou uma recomendação da Corregedoria Geral da Administração para que desligasse imediatamente um servidor suspeito de envolvimento no esquema da cartel montado em licitações de trens nas gestões tucanas desde Mario Covas (1998).

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo a recomendação de afastamento do engenheiro Pedro Paulo Benvenuto, que tinha um cargo de confiança na Secretaria do Planejamento, foi feita há mais de dois meses. Na última quarta-feira, ele pediu para deixar o cargo e voltar para o Metrô, onde é funcionário de carreira.

No inquérito do Ministério Público aparecem visitas de Benvenuto às empresas da família Fagalli, acusada de ter movimentado nada menos que R$ 28 milhões em bancos estrangeiros na Suíça num período de dez anos - de 1997 a 2007 (Leia aqui).

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