Alckmin: se fosse para pensar em 2018, solução seria sair

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), nega que a decisão da executiva nacional do partido de se manter na base aliada de Michel Temer passa pela condição de uma aliança com o PMDB em 2018; "Não tem nada a ver com 2018", disse; segundo ele, o PSDB tomou a decisão de apoiar Temer "porque entendeu que, neste momento, sair do governo prejudicaria ainda mais o Brasil"

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), nega que a decisão da executiva nacional do partido de se manter na base aliada de Michel Temer passa pela condição de uma aliança com o PMDB em 2018; "Não tem nada a ver com 2018", disse; segundo ele, o PSDB tomou a decisão de apoiar Temer "porque entendeu que, neste momento, sair do governo prejudicaria ainda mais o Brasil"
Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), nega que a decisão da executiva nacional do partido de se manter na base aliada de Michel Temer passa pela condição de uma aliança com o PMDB em 2018; "Não tem nada a ver com 2018", disse; segundo ele, o PSDB tomou a decisão de apoiar Temer "porque entendeu que, neste momento, sair do governo prejudicaria ainda mais o Brasil" (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), negou em entrevista a Adriana Ferraz, do Estado de S.Paulo, que a decisão da executiva nacional do partido de se manter na base aliada de Michel Temer passa pela condição de uma aliança com o PMDB em 2018.

"Não tem nada a ver com 2018", disse. Segundo ele, o PSDB tomou a decisão de apoiar Temer "porque entendeu que, neste momento, sair do governo prejudicaria ainda mais o Brasil, que está começando a se recuperar, com indicadores positivos do PIB e do emprego e com a reforma trabalhista aprovada pela Câmara dos Deputados".

"Se fosse para pensar em eleição, esse é o argumento de muita gente para sair, porque a popularidade está muito ruim. Mas temos de agir com espírito público e ele nos orienta a esperar para terminar a reforma trabalhista, concluí-la até a sanção presidencial", acrescentou, citando ainda as reformas previdenciária e política.

Ele negou também que a conclusão das reformas seja "o novo prazo" para a permanência do partido no poder. "Não é que é um novo prazo. Nós temos de permanentemente estar acompanhando o desenrolar dos fatos e nosso compromisso é com a retomada do crescimento e do emprego e renda".

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