ALE cria CPI para investigar presídio

Os deputados alagoanos criaram uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o contrato de gestão entre o governo de Alagoas e a empresa Reviver, responsável pela administração do presídio do Agreste; investigações podem durar até 120 dias; partidos ainda vão indicar cinco titulares e os dois suplentes integrantes da comissão

Os deputados alagoanos criaram uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o contrato de gestão entre o governo de Alagoas e a empresa Reviver, responsável pela administração do presídio do Agreste; investigações podem durar até 120 dias; partidos ainda vão indicar cinco titulares e os dois suplentes integrantes da comissão
Os deputados alagoanos criaram uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o contrato de gestão entre o governo de Alagoas e a empresa Reviver, responsável pela administração do presídio do Agreste; investigações podem durar até 120 dias; partidos ainda vão indicar cinco titulares e os dois suplentes integrantes da comissão (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Durante sessão na tarde desta quarta-feira (4), o presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, deputado Fernando Toledo (PSBD), leu o requerimento que dispõe sobre a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades no sistema prisional alagoano. O foco da CPI será o contrato entre o governo do Estado e a empresa Reviver, contratada para gerenciar o presídio do Agreste.

O autor do requerimento, deputado Ronaldo Medeiros (PT), celebrou a criação da comissão, após vários dias de impasse. Nas duas semanas, havia dúvida se o deputado Jerferson Morais (DEM) iria manter ou não a assinatura. Mas, em entrevista à imprensa na tarde desta quarta-feira, o democratas assegurou que nunca retirou seu nome, mas, sim cobrou a metodologia que seria utilizada nas investigações. "Fui convencido que esse caminho é o melhor. Acredito que os questionamentos serão sanados", disse Morais.

Os parlamentares acreditam que o contrato milionário entre o governo de Alagoas e a empresa Reviver necessita de investigação, visto que, segundo eles, o método de contratação não é o ideal. "As respostas sobre os pagamentos devem ser dadas e acredito que a comissão é o caminho necessário para isso. A comissão foi criada e diligências vão ter início nos próximos dias", expôs Medeiros.

De acordo com o presidente Fernando Toledo, as investigações da CPI podem durar até 120 dias e, após a publicação do requerimento em diário oficial, os partidos vão indicar os integrantes da comissão. Serão cinco titulares e dois suplentes.

Os parlamentares que assinaram o requerimento da CPI do presídio são: Marquinhos Madeira (PT), Flávia Cavalcante (PMDB), Judson Cabral (PT), Thaíse Guedes (PSC), Olavo Calheiros (PMDB), Isnaldo Bulhões (PDT), João Henrique Caldas (SDD),Jeferson Morais (DEM) e Ronaldo Medeiros. O deputado Dudu Holanda havia assinado o requerimento, mas retirou o nome por 'questões de ordem pessoal'.

Com gazetaweb.com

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