Aleluia busca apoio pela presidência da Câmara

Enquanto aguarda no Supremo Tribunal Federal o julgamento de um mandado de segurança pedindo que seja declarada vaga a presidência da Câmara dos Deputados, o que faria com que houvesse nova eleição para o cargo, o presidente do DEM na Bahia, José Carlos Aleluia, tenta articular apoio para se colocar na disputa; "Estamos viabilizando um nome que possa tirar a Câmara dessa dificuldade. Não é meu nome o único colocado, é preciso ter um nome que possa trazer de volta a normalidade na Casa e possa responder a demanda da sociedade", diz o democrata

Aleluia
Aleluia (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Enquanto aguarda no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento de um mandado de segurança pedindo que seja declarada vaga a presidência da Câmara dos Deputados, o que faria com que houvesse nova eleição para o cargo, o presidente do DEM na Bahia, José Carlos Aleluia, tenta articular apoio para se colocar na disputa.

"Estamos viabilizando um nome que possa tirar a Câmara dessa dificuldade. Não é meu nome o único colocado, é preciso ter um nome que possa trazer de volta a normalidade na Casa e possa responder a demanda da sociedade".

Deputado federal em seu sexto mandato, Aleluia tem a seu favor a experiência nos trâmites parlamentares, conhecimento do regimento, proximidade com o prefeito ACM Neto (DEM) e a confiança do vice-presidente em exercício, Michel Temer (PMDB).

O democrata tenta costurar sua aceitação entre a bancada de oposição. "Quem quer um posto como esse, tem que ter compromissos com a governabilidade, ter respeito com a oposição, com o voto de cada deputado e com a demanda da sociedade", disse o democrata em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia.

Segundo Aleluia, o pedido feito ao STF para que declare vago o cargo de presidente da Câmara não perdeu objeto com a aprovação do relatório no Conselho de Ética da Casa que pede a cassação do mandato de Cunha. "Não perdeu o objeto, a ação ainda pode ser decidida a qualquer momento pela ministra relatora Rosa Weber".

"Os deputados estão sendo violados no seu direito de ter como presidente alguém que represente a Casa. E não podemos manter um deputado federal afastado mantendo prerrogativas de presidente da Casa, recebendo salário, segurança e casa. O presidente da Câmara hoje é um prisioneiro do palácio", disse Aleluia na época do ingresso do mandado de segurança na Corte.

Além de Aleluia, mais dois baianos têm seu nome cotado para o cargo deixado (pelo menor por ora) pelo peemedebista Eduardo Cunha: os tucanos Antônio Imbassahy (líder do PSDB) e Jutahy Magalhães Jr.

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