Aliados temem que Alckmin passe de vitrine a vidraça com prisão de Paulo Preto

A prisão do ex-diretor da empresa paulista de infraestrutura rodoviária (Dersa), Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, deixou tucanos preocupados, especialmente sobre o impacto que a detenção dele pode ter sobre a campanha do presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin; membros da sigla em São Paulo temem que Paulo Preto mire o governo Alckmin por vingança, pois foi a gestão fez uma sindicância na estatal e enviou ao Ministério Público os indícios de irregularidades que levaram à prisão do ex-diretor

A prisão do ex-diretor da empresa paulista de infraestrutura rodoviária (Dersa), Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, deixou tucanos preocupados, especialmente sobre o impacto que a detenção dele pode ter sobre a campanha do presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin; membros da sigla em São Paulo temem que Paulo Preto mire o governo Alckmin por vingança, pois foi a gestão fez uma sindicância na estatal e enviou ao Ministério Público os indícios de irregularidades que levaram à prisão do ex-diretor
A prisão do ex-diretor da empresa paulista de infraestrutura rodoviária (Dersa), Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, deixou tucanos preocupados, especialmente sobre o impacto que a detenção dele pode ter sobre a campanha do presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin; membros da sigla em São Paulo temem que Paulo Preto mire o governo Alckmin por vingança, pois foi a gestão fez uma sindicância na estatal e enviou ao Ministério Público os indícios de irregularidades que levaram à prisão do ex-diretor (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - A prisão do ex-diretor da empresa paulista de infraestrutura rodoviária (Dersa), Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, deixou tucanos preocupados, especialmente sobre o impacto que a detenção dele pode ter sobre a campanha do presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin. A informação foi publicada pela coluna Painel.

O pré-candidato, que deixou o governo do estado de São Paulo nesta sexta-feira (6) para se dedicar à campanha, ainda patina nos 10% dos votos e, segundo a coluna, o tucano deixará de ser vitrine para se tornar vidraça.

Membros do PSDB de São Paulo temem que Paulo Preto mire o governo Alckmin por vingança, pois foi a gestão fez uma sindicância na estatal e enviou ao Ministério Público os indícios de irregularidades que levaram à prisão do ex-diretor.

Conhecido por ser operador do PSDB, Paulo Preto mantinha o equivalente a R$ 113 milhões em contas fora do Brasil, de acordo com autoridades suíças.

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