Após desabamento, 44 pessoas ainda têm paradeiro desconhecido

Em comunicado ao Corpo de Bombeiros, o serviço de Assistência Social da Prefeitura de São Paulo atualizou o número de pessoas que moravam no prédio que desabou na madrugada: eram 146 famílias, com um total de 372 pessoas; dessas, 44 têm paradeiro desconhecido, mas não são consideradas desaparecidas, porque não há confirmação de que elas estavam no local no momento da queda. Uma pessoa é considerada desaparecida

Em comunicado ao Corpo de Bombeiros, o serviço de Assistência Social da Prefeitura de São Paulo atualizou o número de pessoas que moravam no prédio que desabou na madrugada: eram 146 famílias, com um total de 372 pessoas; dessas, 44 têm paradeiro desconhecido, mas não são consideradas desaparecidas, porque não há confirmação de que elas estavam no local no momento da queda. Uma pessoa é considerada desaparecida
Em comunicado ao Corpo de Bombeiros, o serviço de Assistência Social da Prefeitura de São Paulo atualizou o número de pessoas que moravam no prédio que desabou na madrugada: eram 146 famílias, com um total de 372 pessoas; dessas, 44 têm paradeiro desconhecido, mas não são consideradas desaparecidas, porque não há confirmação de que elas estavam no local no momento da queda. Uma pessoa é considerada desaparecida (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - Em comunicado ao Corpo de Bombeiros, o serviço de Assistência Social da Prefeitura de São Paulo atualizou na noite desta terça-feira (1º) o número de pessoas que moravam no prédio que desabou na madrugada n centro da capital: eram 146 famílias, com um total de 372 pessoas. Dessas, 44 têm paradeiro desconhecido, mas não são consideradas desaparecidas, porque não há confirmação de que elas estavam no local no momento da tragédia. Uma pessoa é considerada desaparecida. 

Os bombeiros continuarão trabalhando no entorno do prédio durante a madrugada desta quarta-feira (2). Um contingente estimado em cerca de cem homens e mulheres dará continuidade à atividade de resfriamento dos escombros. A corporação atende a ocorrência desde a 1h30 desta terça-feira, 1º. 

A tragédia acende o alerta para a necessidade otimização da política habitacional na capital paulista. Não foi oferecida uma opção de moradia aos ocupantes, somente a possibilidade de recebimento do auxílio aluguel e inserção das pessoas na fila de programas habitacionais.

Atualmente, o deficit habitacional do município de São Paulo é de mais de 360 mil unidades habitacionais. "Isso [negociações] não é por acaso, é porque a gente sabia que aquele não era o local adequado para recebimento daquelas famílias e uma eventualidade poderia acontecer", disse.

Hoje foram cadastradas 118 famílias, um total de 320 pessoas, que moravam no prédio incendiado. Aquelas que não tinham para onde ir, foram levadas pela prefeitura para o Núcleo de Convivência Prates e o Centro de Acolhida Pedroso. Segundo a secretaria municipal de Assistência Social, há 107 centros de acolhida na cidade que podem receber os desabrigados.

A prefeitura afirmou que, em até 48 horas, a prefeitura vai disponibilizar a lista de cadastrados para o governo do estado de São Paulo comece a pagar o auxílio-aluguel.

No entorno do Largo do Paissandu, cinco prédios estão interditados devido ao desabamento. Informações sobre as ruas que permanecerão interditadas podem ser obtidas no site da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

*Com Agência Brasil

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