Após rebelião, Cármen Lúcia dá 48h para inspeção em presídio de Goiás

Presidente do STF determinou que o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás inspecione o presídio de Aparecida de Goiânia em um prazo máximo de 48 horas após uma rebelião que resultou em nove detentos mortos e outros 99 foragidos; ministra requisitou o "envio urgente" para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) das informações "sobre as condições dos presos, do estabelecimento prisional e das providências adotadas pelo Poder Judiciário, se for o caso, nos limites de suas atribuições"

Presidente do STF determinou que o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás inspecione o presídio de Aparecida de Goiânia em um prazo máximo de 48 horas após uma rebelião que resultou em nove detentos mortos e outros 99 foragidos; ministra requisitou o "envio urgente" para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) das informações "sobre as condições dos presos, do estabelecimento prisional e das providências adotadas pelo Poder Judiciário, se for o caso, nos limites de suas atribuições"
Presidente do STF determinou que o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás inspecione o presídio de Aparecida de Goiânia em um prazo máximo de 48 horas após uma rebelião que resultou em nove detentos mortos e outros 99 foragidos; ministra requisitou o "envio urgente" para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) das informações "sobre as condições dos presos, do estabelecimento prisional e das providências adotadas pelo Poder Judiciário, se for o caso, nos limites de suas atribuições" (Foto: Paulo Emílio)

Goiás 247 - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, determinou que o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) inspecione o presídio de Aparecida de Goiânia (GO), em um prazo máximo de 48 horas, após uma rebelião que resultou em nove detentos mortos e outros 99 foragidos.

De acordo com o blog da jornalista do G1 Andréia Sadi, a ministra requisitou o "envio urgente" para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) das informações sobre a inspeção com dados "sobre as condições dos presos, do estabelecimento prisional e das providências adotadas pelo Poder Judiciário, se for o caso, nos limites de suas atribuições".

Ela também requisitou as informações referentes a última inspeção realizada na unidade prisional.

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