Armínio indica plano econômico de Aécio

Ao criticar gestões do PT, ex-presidente do Banco Central e um dos gurus do presidenciável tucano Aécio Neves, desenha o que seria a cartilha da campanha do PSDB de 2014; ele prega uma redução modesta e gradual da meta de inflação, acompanhada da formalização da autonomia operacional do BC; além disso, defende limite formal para a relação gasto público e PIB, contra “a política macro mais frouxa, com muito foco no consumo e pouco foco na produtividade em geral”, praticada, segundo ele, desde o governo Lula

Ao criticar gestões do PT, ex-presidente do Banco Central e um dos gurus do presidenciável tucano Aécio Neves, desenha o que seria a cartilha da campanha do PSDB de 2014; ele prega uma redução modesta e gradual da meta de inflação, acompanhada da formalização da autonomia operacional do BC; além disso, defende limite formal para a relação gasto público e PIB, contra “a política macro mais frouxa, com muito foco no consumo e pouco foco na produtividade em geral”, praticada, segundo ele, desde o governo Lula
Ao criticar gestões do PT, ex-presidente do Banco Central e um dos gurus do presidenciável tucano Aécio Neves, desenha o que seria a cartilha da campanha do PSDB de 2014; ele prega uma redução modesta e gradual da meta de inflação, acompanhada da formalização da autonomia operacional do BC; além disso, defende limite formal para a relação gasto público e PIB, contra “a política macro mais frouxa, com muito foco no consumo e pouco foco na produtividade em geral”, praticada, segundo ele, desde o governo Lula (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em evento do PSDB em comemoração aos 20 anos do Plano Real, Arminio Fraga, ex-presidente do BC e sócio da Gávea Investimentos, fez um balanço crítico das gestões petistas. Mais do que isso, um dos gurus do presidenciável tucano Aécio Neves, ele desenhou um plano para a economia que indica a linha do programa do PSDB em 2014.

O economista diz que, uma vez atingida a meta de inflação (de 4,5%), recomendaria uma redução modesta e gradual, acompanhada da formalização da autonomia operacional do BC.

Ele defendeu ainda um limite formal para a relação gasto público e PIB, o que significa dizer que os gastos do governo têm que crescer menos do que o Produto Interno Bruto (PIB). “As despesas primárias tem de ser definidas sem artifícios, consolidando todos os benefícios”, afirmou. O teto formal barraria a expansão da dívida bruta do governo federal, para reduzir subsídios e melhorar a qualidade da intermediação financeira. 

Segundo ele, os problemas vêm desde o segundo mandato do presidente Lula quando se abandonou um modelo mais equilibrado na direção do que se chama hoje de nova matriz, com política macro mais frouxa, muito foco no consumo e pouco foco na produtividade em geral.

Armínio reconhece início de reação desde o ano passado, com os leilões de concessão, a lei dos portos, mas diz que perdeu-se muito tempo.

Leia aqui a matéria do Valor sobre o assunto.

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