Bacelar 'chantageou ACM Neto de forma mesquinha'

Fiel escudeiro de ACM Neto (DEM), o secretário municipal de Promoção Social e deputado licenciado, Bruno Reis (PMDB) - à esquerda, rebateu as declarações do ex-aliado e agora opositor Maurício Bacelar, diretor geral do Detran-BA, de que o prefeito descumpriu acordo com o PTN sobre a presidência da Câmara de Salvador; "A verdade é que Maurício de Tude tentou chantagear o prefeito de forma barata e mesquinha ao pedir uma secretaria e outras vantagens pessoais para continuar apoiando a prefeitura. A verdade é que ACM Neto não cederia a essa chantagem e faria qualquer concessão que extrapolasse os limites da política"

Fiel escudeiro de ACM Neto (DEM), o secretário municipal de Promoção Social e deputado licenciado, Bruno Reis (PMDB) - à esquerda, rebateu as declarações do ex-aliado e agora opositor Maurício Bacelar, diretor geral do Detran-BA, de que o prefeito descumpriu acordo com o PTN sobre a presidência da Câmara de Salvador; "A verdade é que Maurício de Tude tentou chantagear o prefeito de forma barata e mesquinha ao pedir uma secretaria e outras vantagens pessoais para continuar apoiando a prefeitura. A verdade é que ACM Neto não cederia a essa chantagem e faria qualquer concessão que extrapolasse os limites da política"
Fiel escudeiro de ACM Neto (DEM), o secretário municipal de Promoção Social e deputado licenciado, Bruno Reis (PMDB) - à esquerda, rebateu as declarações do ex-aliado e agora opositor Maurício Bacelar, diretor geral do Detran-BA, de que o prefeito descumpriu acordo com o PTN sobre a presidência da Câmara de Salvador; "A verdade é que Maurício de Tude tentou chantagear o prefeito de forma barata e mesquinha ao pedir uma secretaria e outras vantagens pessoais para continuar apoiando a prefeitura. A verdade é que ACM Neto não cederia a essa chantagem e faria qualquer concessão que extrapolasse os limites da política" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Fiel escudeiro de ACM Neto (DEM), seu padrinho político, o secretário municipal de Promoção Social, Esporte e Combate à Pobreza, Bruno Reis, rebateu as declarações do ex-aliado e agora opositor Maurício Bacelar, diretor geral do Detran-BA, de que o prefeito se descontrolou e até teria jogado no chão objetos que estavam na mesa em reunião que marcou o rompimento do PTN com o DEM. 

Deputado estadual licenciado pelo PMDB, Bruno Reis ainda chama Bacelar de 'Maurício de Tude' (nome eleitoral que ele adotou em 2012, quando se candidatou a prefeito de Camaçari. José Tude é ex-prefeito da cidade).

"O fato é que Maurício de Tude não aceitou a derrota nas eleições de Camaçari em 2012. De forma irracional, ele jogou fora um projeto e um sonho em troca de ocupar um cargo no governo do Estado. Ou seja, para beneficiar a si próprio", disse Bruno Reis em entrevista à rádio Metrópole.

Segundo o secretário, Maurício Bacelar mentiu ao falar que ACM Neto descumpriu acordo com o PTN sobre a presidência da Câmara Municipal de Salvador.

"A verdade é que Maurício de Tude tentou chantagear o prefeito de forma barata e mesquinha ao pedir uma secretaria e outras vantagens pessoais para continuar apoiando a prefeitura. A verdade é que ACM Neto não cederia a essa chantagem e faria qualquer concessão que extrapolasse os limites da política", disse o neo-peemedebista.

O PTN era aliado a ACM Neto na Câmara e oposição ao governador Rui Costa (PT) na Assembleia Legislativa. O posicionamento do partido agora é exatamente o contrário nas duas casas legislativas. 

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