Baldy anuncia medidas para melhorar trabalho dos caminhoneiros

A pedido de caminheiros e de empresas transportadoras, o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, intercedeu junto ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e determinou o aumento do limite de comprimento dos caminhões cegonha; extensão máxima passou de 22,4 metros para 23 metros; “A mudança trará economia para o setor, com possibilidade de reduzir custos no transporte, peças e outros componentes automotivos”, diz Baldy. A determinação foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União

Baldy anuncia medidas para melhorar trabalho dos caminhoneiros
Baldy anuncia medidas para melhorar trabalho dos caminhoneiros

Goiás 247 - A pedido de caminheiros e de empresas transportadoras, o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, intercedeu junto ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e determinou o aumento do limite de comprimento dos caminhões cegonha. A extensão máxima passou de 22,4 metros para 23 metros.

“A mudança trará economia para o setor, com possibilidade de reduzir custos no transporte, peças e outros componentes automotivos”, diz Baldy. A determinação foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União.

O diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Mauricio Pereira, explica que o comprimento dos caminhões cegonha que era permitido já não comportava mais o número de automóveis. “Isso estava causando um grave problema para os cegonheiros, fábricas e para o próprio consumidor, porque acabava aumentando o custo final dos veículos, já que afetava o preço do frete. O objetivo, com esta medida, não é ampliar a quantidade de unidades por caminhão, mas sim garantir que o mesmo número de veículos seja transportado”, explica Pereira.

O diretor do Denatran também esclarece que a mudança não causará prejuízos às estradas do País. “Os estudos técnicos comprovaram que não haverá impactos nem para o asfalto, nem para as rodovias, nem na circulação de veículos”, completa.

Vida útil dos tanques

Por determinação de Baldy, o Contran também adequou o prazo de vida útil de tanques dos caminhões que fazem o transporte de cargas líquidas e gasosas. A mudança beneficia o segmento de transportes de cargas e não representa riscos à segurança. “Estudos técnicos foram realizados e comprovaram que não há impactos negativos, até porque é necessário que o motorista siga uma série de normas”, diz Maurício Pereira.

A Resolução beneficia os veículos licenciados de 1º de janeiro de 2000 até 31 de dezembro de 2007, cujos tanques fabricados nesse período apresentem excesso de até 5% nos limites de peso bruto total ou peso bruto total combinado.

Para ter a vida útil prorrogada, é necessário que os caminhões atendam critérios. São eles: a apresentação do certificado de verificação metrológica, conforme regulamento do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), para atestar a capacidade volumétrica do tanque; que atenda a Resolução do Contran que estabelece que em casos de circulação de combinações de veículos de carga (CVC), o peso bruto total superior a 57 toneladas, o motorista deve portar Autorização Especial de Trânsito (AET); e no caso de combinação de veículo de carga, o que prevalece é a data de licenciamento das unidades rebocadas, podendo o caminhão trator ter data de licenciamento posterior.

 

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