Baldy participa de livro que analisa moradias no Brasil

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, escreveu o prefácio do livro “Demanda Futura por Moradias”, publicado pela Pasta e desenvolvido pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em parceria com a Secretaria Nacional de Habitação do Ministério; os especialistas analisam as necessidades habitacionais do país pelos próximos 22 anos, ou seja, até 2040; para Baldy, as mudanças estruturais da população brasileira devem ser acompanhadas de perto pelos governos e empreendedores para que os planejamentos de políticas públicas e privadas se tornem ações eficazes

Baldy participa de livro que analisa moradias no Brasil
Baldy participa de livro que analisa moradias no Brasil

Goiás 247 - O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, escreveu o prefácio do livro “Demanda Futura por Moradias”, publicado pela Pasta e desenvolvido pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em parceria com a Secretaria Nacional de Habitação do Ministério. Os especialistas analisam as necessidades habitacionais do país pelos próximos 22 anos, ou seja, até 2040.

Conforme o estudo, um Brasil bem diferente se projeta para o futuro na questão da moradia. Até 2040, haverá menor pressão por domicílios, menos pessoas morando sob o mesmo teto e mais cidadãos vivendo solitariamente. Por outro lado, a própria residência vai se tornar cada vez mais os locais onde brasileiros irão trabalhar. Além disto, projeta-se também que a busca por aluguéis tenderá a crescer em relação à demanda por aquisição da casa própria.

Para Baldy, as mudanças estruturais da população brasileira devem ser acompanhadas de perto pelos governos e empreendedores para que os planejamentos de políticas públicas e privadas se tornem ações eficazes.

“Estamos vivendo mais e tendo menos filhos. As mulheres são cada vez mais chefes de família. Essas transformações se refletem nas ações de Previdência, Saúde, Educação, valores e, no caso desta importante publicação, Demanda futura por Moradias, na política habitacional”, enfatiza o ministro, acrescentando que um Brasil diferente se projeta para o futuro na questão das moradias.

“O Brasil ainda precisa construir cerca de 30 milhões de moradias para equacionar a demanda, uma exigência anual de quase um milhão de domicílios. Há diferenças regionais nas necessidades que precisam ser observadas. A inadequação habitacional, marcada pelas residências sem hospitalidade, também precisa ser combatida, assim como a busca pela universalização do saneamento. É o mínimo que se exige para a construção de um país mais justo”, conclui o ministro.

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