BHP Billiton: rejeitos são quimicamente estáveis

A BHP Billiton disse que os rejeitos na lama liberada com o rompimento da barragem da mineradora Samarco em Minas Gerais e que poluíram o Rio Doce estão quimicamente estáveis e não mudarão sua composição na água; as declarações da BHP, que é proprietária da Samarco juntamente com a Vale, vêm depois de a Organização das Nações Unidas afirmar que a lama do rompimento das barragens é tóxica

A BHP Billiton disse que os rejeitos na lama liberada com o rompimento da barragem da mineradora Samarco em Minas Gerais e que poluíram o Rio Doce estão quimicamente estáveis e não mudarão sua composição na água; as declarações da BHP, que é proprietária da Samarco juntamente com a Vale, vêm depois de a Organização das Nações Unidas afirmar que a lama do rompimento das barragens é tóxica
A BHP Billiton disse que os rejeitos na lama liberada com o rompimento da barragem da mineradora Samarco em Minas Gerais e que poluíram o Rio Doce estão quimicamente estáveis e não mudarão sua composição na água; as declarações da BHP, que é proprietária da Samarco juntamente com a Vale, vêm depois de a Organização das Nações Unidas afirmar que a lama do rompimento das barragens é tóxica (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Reuters - A BHP Billiton disse nesta quinta-feira (26) que os rejeitos na lama liberada com o rompimento da barragem da mineradora Samarco em Minas Gerais e que poluíram o Rio Doce estão quimicamente estáveis e não mudarão sua composição na água.

As declarações da BHP, que é proprietária da Samarco juntamente com a Vale, vêm depois de a Organização das Nações Unidas afirmar que a lama do rompimento das barragens é tóxica.

Diretores da Samarco, mineradora responsável pelas barragens, informaram que cerca de 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos foram liberados no meio ambiente, o suficiente para encher 24.800 piscinas olímpicas. A Samarco informou nesta semana que apenas uma barragem se rompeu, e não duas, como vem sendo divulgado. As barragens restantes na região, porém, correm o risco de se romper, segundo a empresa.

O governo de Minas decretou situação de emergência na região na Bacia do Rio Doce e nos municípios afetados pela tragédia. Com a medida, as cidades atingidas terão condições especiais nos próximos seis meses para compra de materiais e adoção de medidas de emergência.  

Segundo o relator do Código da Mineração, deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), o desastre ambiental em Mariana (MG) pode custar de R$ 10 bilhões a R$ 14 bilhões. O levantamento foi atribuído a técnicos da Câmara e do Senado (leia mais aqui).

A mineradora Samarco foi multado em R$ 250 milhões pelo governo federal, por meio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e em R$ 112 milhões pelo governo mineiro.

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