Bolsonarista, Caio Ribeiro ataca Raí e é massacrado nas redes

O comentarista da Rede Globo Caio Ribeiro criticou o diretor de futebol do São Paulo, Raí, e foi massacrado nas redes. Raí havia feito fortes críticas ao governo Bolsonaro e Caio disse: “ele tem que falar de esporte”

Caio Ribeiro e Raí
Caio Ribeiro e Raí (Foto: Reprodução)
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247 - A polêmica entre o comentarista Caio Ribeiro e o ex-jogador Raí se tornou um dos assuntos mais comentados nesta quinta-feira no Twitter. O dirigente fez fortes críticas ao governo brasileiro e a Jair Bolsonaro, dizendo que ele deveria pedir renúncia "por estar no limite da irresponsabilidade". 

Horas depois, Caio Ribeiro repreendeu os comentários do ex-craque. Durante o "Redação SporTV", o comentarista afirmou que não gostou do posicionamento de Raí, pois "ele tem que falar de esporte". 

Caio disse: “eu não gostei do discurso do Raí, porque ele falou muito pouco de esporte e falou muito sobre política. Ele, por mais que ele fale que é a opinião pessoal dele, ele hoje é o homem forte do São Paulo e as declarações e opiniões que ele emite respingam na instituição. Eu acho que ele tem que falar de esporte. Na hora que ele fala de renúncia, dos hospitais públicos e tudo isso, me parece que ele tem conotações políticas em relação a preferências”

A reportagem do jornal Lance ainda destaca que “o comunicador também elogiou a postura da CBF e das Federações em relação sobre as discussões, além de ressaltar a necessidade de ouvir outros interessados sobre o retorno do esporte, como a TV Globo e os presidentes dos clubes.”

Disse Caio: “eu acho que a gente tem que ter cuidado com as nossas análises no seguinte sentido. Eu acho que é o momento da gente debater processos de trabalho, protocolos e conceitos. É a hora da gente sentar com os responsáveis pela saúde e traçarmos cenários. Então, me parece que a Federação Paulista, como a CBF, estão agindo de uma maneira muito responsável. Eu acho que você tem sim que sentar com os presidentes, eu acho que você tem que sentar com os interessados, como patrocinadores, TV Globo que tem os direitos (dos jogos), presidentes de clubes, departamentos médicos, ministro da saúde e estabelecer protocolos. E aí você vai olhando a curva. A curva começou a descer. Se for para voltarmos, de que maneira nós vamos voltar? Ah, vamos higienizar os vestiários, fazer treinamentos isolado com grupos separados”

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