Boulos critica polícia em caso de assalto a negro: “investigação racista”

Co-fundador e militante do MTST, do movimento Povo sem Medo e do Vamos, Guilherme Boulos criticou a Polícia Civil de São Paulo, que não viu racismo no caso do ator negro Diogo Cintra, 24, espancado por um grupo que o havia assaltado próximo ao terminal de transporte público Parque Dom Pedro, no centro da capita paulista; "Um racismo depois do outro: Polícia Civil de SP não caracteriza racismo no caso do ator negro espancado por seguranças de terminal de ônibus após ser 'confundido com ladrão'. Ato racista, investigação racista", escreveu Boulos em no Twitter; a delegada Gabriela Pereira, que investiga o caso, não descarta a possibilidade de outros funcionários do terminal estarem envolvidos

Co-fundador e militante do MTST, do movimento Povo sem Medo e do Vamos, Guilherme Boulos criticou a Polícia Civil de São Paulo, que não viu racismo no caso do ator negro Diogo Cintra, 24, espancado por um grupo que o havia assaltado próximo ao terminal de transporte público Parque Dom Pedro, no centro da capita paulista; "Um racismo depois do outro: Polícia Civil de SP não caracteriza racismo no caso do ator negro espancado por seguranças de terminal de ônibus após ser 'confundido com ladrão'. Ato racista, investigação racista", escreveu Boulos em no Twitter; a delegada Gabriela Pereira, que investiga o caso, não descarta a possibilidade de outros funcionários do terminal estarem envolvidos
Co-fundador e militante do MTST, do movimento Povo sem Medo e do Vamos, Guilherme Boulos criticou a Polícia Civil de São Paulo, que não viu racismo no caso do ator negro Diogo Cintra, 24, espancado por um grupo que o havia assaltado próximo ao terminal de transporte público Parque Dom Pedro, no centro da capita paulista; "Um racismo depois do outro: Polícia Civil de SP não caracteriza racismo no caso do ator negro espancado por seguranças de terminal de ônibus após ser 'confundido com ladrão'. Ato racista, investigação racista", escreveu Boulos em no Twitter; a delegada Gabriela Pereira, que investiga o caso, não descarta a possibilidade de outros funcionários do terminal estarem envolvidos (Foto: Leonardo Lucena)
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SP 247 - Co-fundador e militante do MTST, do movimento Povo sem Medo e do Vamos, Guilherme Boulos criticou a Polícia Civil de São Paulo, que não viu racismo no caso do ator negro Diogo Cintra, 24, espancado na madrugada da última quarta-feira (15) por um grupo que o havia assaltado próximo ao terminal de transporte público Parque Dom Pedro, no centro da capita paulista.

"Um racismo depois do outro: Polícia Civil de SP não caracteriza racismo no caso do ator negro espancado por seguranças de terminal de ônibus após ser 'confundido com ladrão'. Ato racista, investigação racista", escreveu Boulos em sua conta no Twitter.

Antes das agressões, o ator pediu ajuda a seguranças do terminal, mas o grupo que assaltou o ator disse aos funcionários que ele era o assaltante. Como consequência, o artista foi arrastado pelo bando para apanhar do lado de fora do Parque Dom Pedro. De acordo com o G1, a delegada Gabriela Pereira, que investiga o caso, não descarta a possibilidade de outros funcionários do terminal estarem envolvidos.

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