Boulos: é democracia ou ditadura

Em dia de manifestações em diversas cidades para expressar o anseio popular pela democracia, a Avenida Paulista, em São Paulo, concentrou um dos maiores atos do país; o líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, que chegou ao ato por volta das 18h, já que esteve em comício de apoio a Haddad no Nordeste, afirmou que "o que está em jogo é a democracia contra a ditadura"

Boulos: é democracia ou ditadura
Boulos: é democracia ou ditadura

Redação RBA – Em dia de manifestações em diversas cidades para expressar o anseio popular pela democracia, a Avenida Paulista, em São Paulo, concentrou um dos maiores atos do país, neste sábado (20), a oito dias das votações do segundo turno das eleições para presidente.

Após concentração no vão livre do Masp, os manifestantes – não houve estimativa oficial de público –, saíram em marcha, num movimento espontâneo, sem discursos de lideranças e sem carro de som, até chegar à Avenida Faria Lima, por volta das 19h. Todas e todos contra as ameaças contra a democracia, representada pela candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), que foi muito lembrado por seus discursos em defesa da ditadura e da tortura, do machismo, homofobia, racismo e de preconceitos contra a mulher.

Deu força ao ato o escândalo de compra de divulgação em massa de fake news contra o PT e Fernando Haddad por meio do aplicativo Whatsapp, num esquema que envolve doação ilegal por empresas com dinheiro não declarado. o que configura o chamado Caixa 2.

O líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) Guilherme Boulos, que concorreu no primeiro turno das eleições pelo Psol, chegou ao ato por volta das 18h, já que esteve em comício de apoio a Haddad no Nordeste, pela manhã. "O que está em jogo é a democracia contra a ditadura. [...] não são apenas duas candidaturas. Vamos virar o voto. Estive em Fortaleza hoje de manhã e foi lindo, mais de 30 mil, 40 mil pessoas", disse.

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