Caiado defende eleições gerais antecipadas

De acordo com o senador do DEM, que diz propagandear a iniciativa desde o final de novembro, país vive caos político, agravado por nova operação da Polícia Federal envolvendo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deflagrada na manhã desta terça-feira (15); segundo o parlamentar goiano, que se dispõe a entregar o cargo e partir para a disputa nas urnas, há uma crise generalizada de legitimidade que só poderá ser reparada novamente com o voto popular; “Nada é mais atual do que avançarmos para uma antecipação das eleições do Congresso e da Presidência", advoga

De acordo com o senador do DEM, que diz propagandear a iniciativa desde o final de novembro, país vive caos político, agravado por nova operação da Polícia Federal envolvendo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deflagrada na manhã desta terça-feira (15); segundo o parlamentar goiano, que se dispõe a entregar o cargo e partir para a disputa nas urnas, há uma crise generalizada de legitimidade que só poderá ser reparada novamente com o voto popular; “Nada é mais atual do que avançarmos para uma antecipação das eleições do Congresso e da Presidência", advoga
De acordo com o senador do DEM, que diz propagandear a iniciativa desde o final de novembro, país vive caos político, agravado por nova operação da Polícia Federal envolvendo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deflagrada na manhã desta terça-feira (15); segundo o parlamentar goiano, que se dispõe a entregar o cargo e partir para a disputa nas urnas, há uma crise generalizada de legitimidade que só poderá ser reparada novamente com o voto popular; “Nada é mais atual do que avançarmos para uma antecipação das eleições do Congresso e da Presidência", advoga (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), reforçou na manhã desta terça-feira (15) sua posição sobre uma “necessidade” de antecipação de eleições gerais no país. A declaração de Caiado acontece na sequência de uma nova operação da Polícia Federal envolvendo ministros, parlamentares e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

De acordo com o senador, que já defende essa iniciativa desde o final de novembro, o caos político que se criou com os principais quadros dos dois maiores partidos do governo envolvidos cria uma crise de legitimidade que só poderá ser reparada novamente com o voto popular.

"Não existe governabilidade. Não tem como conviver com uma situação insustentável como essa. Tenho defendido a tese de entregarmos os mandatos no Congresso e na Presidência para novas eleições. As urnas legitimariam um novo governo. Ou nós buscamos uma solução para a crise, ou ela vai engolir o País. Nada é mais atual do que avançarmos para uma antecipação das eleições do Congresso e da Presidência", afirmou.

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