Câmara: "não vou esperar pelo governo federal"

O candidato ao governo de Pernambuco Paulo Câmara (PSB) mostra, novamente, que a sua campanha eleitoral não terá o ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB), já falecido, fazendo parte apenas do guia eleitoral; o ex-secretário também alinha o seu discurso com o do seu padrinho político e alfineta, indiretamente, a presidente Dilma Rousseff (PT), que tentará a reeleição; o postulante criticou a execução de políticas voltadas para os municípios por parte do governo federal, que, segundo ele, tem uma político reversa; "Não vou esperar mais pelo governo federal", disse

O candidato ao governo de Pernambuco Paulo Câmara (PSB) mostra, novamente, que a sua campanha eleitoral não terá o ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB), já falecido, fazendo parte apenas do guia eleitoral; o ex-secretário também alinha o seu discurso com o do seu padrinho político e alfineta, indiretamente, a presidente Dilma Rousseff (PT), que tentará a reeleição; o postulante criticou a execução de políticas voltadas para os municípios por parte do governo federal, que, segundo ele, tem uma político reversa; "Não vou esperar mais pelo governo federal", disse
O candidato ao governo de Pernambuco Paulo Câmara (PSB) mostra, novamente, que a sua campanha eleitoral não terá o ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB), já falecido, fazendo parte apenas do guia eleitoral; o ex-secretário também alinha o seu discurso com o do seu padrinho político e alfineta, indiretamente, a presidente Dilma Rousseff (PT), que tentará a reeleição; o postulante criticou a execução de políticas voltadas para os municípios por parte do governo federal, que, segundo ele, tem uma político reversa; "Não vou esperar mais pelo governo federal", disse (Foto: Leonardo Lucena)

Pernambuco 247 – O candidato ao governo de Pernambuco Paulo Câmara (PSB) mostra, novamente, que a sua campanha eleitoral não terá o ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB), falecido após acidente de helicóptero em Santos (SP), fazendo parte apenas do guia eleitoral. O ex-secretário estadual da Fazenda também alinha o seu discurso com o do seu padrinho político e alfineta, indiretamente, a presidente Dilma Rousseff (PT), que tentará a reeleição.

Com o objetivo de atrair cada vez mais o apoio de prefeitos, o postulante criticou a atuação do governo federal na execução de políticas voltadas para os municípios. "Não vou esperar mais pelo governo federal", disse Paulo Câmara, em ato na cidade de Maraial, Zona da Mata Sul pernambucana.

A implantação de um Pacto Federativo era uma das principais bandeiras de Campos. A proposta teria como objetivo descentralizar os recursos da União para dar mais autonomia às prefeituras de otimizarem seus investimentos. Durante o ato, neste domingo (30), Câmara afirmou que a União praticou uma política reversa. Segundo o candidato, o seu governo trabalhará em conjunto com os gestores municipais para desenvolver os municípios.

"Mostramos que o Estado pode ser estratégico nessa questão, como fizemos com o FEM, que salvou muitas prefeituras da falência e vai virar política de Estado em nosso Governo", acrescentou.

O candidato aparece na segunda posição nas pesquisas de intenções de votos. O levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), divulgado neste sábado (30), mostra empate técnico entre o ex-secretário e o senador Armando Monteiro (PTB). O parlamentar obtém 32%, e Câmara, 28% do eleitorado.

Na pesquisa anterior, divulgada no início de agosto, o petebista tinha 37% dos votos, e Câmara apenas 10%. Os candidatos José Gomes (PSOL), Jair Pedro (PSTU) e Miguel Anacleto (PCB) alcançaram 1% das intenções de votos.

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