Campos: País "não aguenta" mais quatro anos de Dilma

Crítica, provavelmente a mais dura até agora, foi feita neste fim de semana pelo presidenciável pelo PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos; segundo ele, a presidente Dilma Rousseff "não sabe de nada"; hoje, em palestra na Associação Comercial de São Paulo, disse que a presidente pretende fugir do debate em 2014; Eduardo Campos relacionou os protestos de junho passado a uma crise de representatividade do que seria, segundo ele, um "presidencialismo de coalizão"

Campos: País "não aguenta" mais quatro anos de Dilma
Campos: País "não aguenta" mais quatro anos de Dilma (Foto: (181) Luiz Fernando Menezes / Fo)
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Pernambuco 247 – O governador de Pernambuco e pré-candidato pelo PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, criticou nesta segunda-feira 10 interdição do debate em 2010 e disse que a presidente Dilma Rousseff pretende fugir do debate em 2014. "Ela precisa vir para o debate", convocou.

De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o presidente do PSB foi aplaudido durante palestra na Associação Comercial de São Paulo, nesta manhã. Campos disse que os protestos de junho significam uma crise de representatividade do que seria, segundo ele, um "presidencialismo de coalizão".

Segundo ele, se os políticos não entenderem essa crise de representação, firmando um novo pacto social, haverá uma ruptura. Deve haver, segundo Eduardo Campos, uma nova agenda com foco no diálogo e na melhoria de vida dos brasileiros.

No final de semana, Campos fez provavelmente a mais dura de suas críticas até agora, ao dizer que o Brasil "não aguenta" mais quatro anos com Dilma, e que a petista "não sabe de nada". As críticas foram feitas pelo socialista durante uma maratona pelo interior de Pernambuco para a apresentação do candidato do PSB ao governo de Pernambuco, o secretário da Fazenda Paulo Câmara.

A gestão econômica da petista também foi novamente alvo de críticas. Durante um ato político do PSB na cidade de Nazaré da Mata, na Zona da Mata, Campos afirmou que a economia do País "cresce hoje menos do que no tempo de Fernando Henrique Cardoso, do Fernando Collor e do José Sarney, a metade do que crescia durante o governo Lula e a metade do que cresce os países vizinhos".

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