Cavo terá que contratar 70% dos ex-garis da Torre até 1º de abril

“Foi preciso que o Ministério Público do Trabalho intervisse para garantir o direito dos trabalhadores da área de limpeza pública”, afirma Rayvanderson Fernandes, presidente do Sindicato dos Empregados de Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindelimp), após audiência no Ministério Público do Trabalho, que ocorreu na segunda (21); ficou acordado o cadastramento de 100% dos trabalhadores que atuavam na Torre, sendo que 70% serão contratado no decorrer desta semana até o dia 1 de abril; por outro lado, o sindicato precisou garantir que não ocorrerão outros bloqueios impedindo a saída de caminhões pela garagem da Cavo

“Foi preciso que o Ministério Público do Trabalho intervisse para garantir o direito dos trabalhadores da área de limpeza pública”, afirma Rayvanderson Fernandes, presidente do Sindicato dos Empregados de Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindelimp), após audiência no Ministério Público do Trabalho, que ocorreu na segunda (21); ficou acordado o cadastramento de 100% dos trabalhadores que atuavam na Torre, sendo que 70% serão contratado no decorrer desta semana até o dia 1 de abril; por outro lado, o sindicato precisou garantir que não ocorrerão outros bloqueios impedindo a saída de caminhões pela garagem da Cavo
“Foi preciso que o Ministério Público do Trabalho intervisse para garantir o direito dos trabalhadores da área de limpeza pública”, afirma Rayvanderson Fernandes, presidente do Sindicato dos Empregados de Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindelimp), após audiência no Ministério Público do Trabalho, que ocorreu na segunda (21); ficou acordado o cadastramento de 100% dos trabalhadores que atuavam na Torre, sendo que 70% serão contratado no decorrer desta semana até o dia 1 de abril; por outro lado, o sindicato precisou garantir que não ocorrerão outros bloqueios impedindo a saída de caminhões pela garagem da Cavo (Foto: Valter Lima)

Sergipe 247 - “Foi preciso que o Ministério Público do Trabalho intervisse para garantir o direito dos trabalhadores da área de limpeza pública”, afirma Rayvanderson Fernandes, presidente do Sindicato dos Empregados de Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindelimp), após audiência no Ministério Público do Trabalho, que ocorreu na segunda-feira (21). Representantes das empresas Torre e Cavo e da Empresa Municipal de Serviços Urbanos também estiveram presentes.

Ficou acordado o cadastramento de 100% dos trabalhadores que atuavam na Torre, sendo que 70% serão contratado no decorrer desta semana até o dia 1 de abril. Por outro lado, o sindicato precisou garantir que não ocorrerão outros bloqueios impedindo a saída de caminhões pela garagem da Cavo.

Segundo Rayvanderson Fernandes, o acordo foi uma vitória para a categoria. “A empresa Torre, tinha em seu quadro 1.200 funcionários, desses apenas 200 tinham sido aproveitados pela Cavo. Então, viemos garantir que o restante dos funcionários fossem contratados também. Além disso, queremos assegurar todos os direitos, como carga horária, salário mínimo e cesta básica para esses funcionários. Recebemos a informação que os funcionários estavam trabalhando com uma carga horária excessiva, das sete da manhã às nove horas da noite e sem direito nem a vale transporte. Até hoje, pedimos a cópia do contrato e não foi dado ao sindicato. A empresa Cavo fez uma cotação de salário menor que o mínimo. E começou a pagar os funcionários abaixo do salário mínimo. Espero que com esse acordo, o direito dos trabalhadores sejam reguardados”, ressaltou.

Manifestações

O presidente do Sindelimp questionou ainda a forma como a Prefeitura de Aracaju vem administrando as mobilizações dos ex-funcionários da Torre em frente à empresa Cavo. “A prefeitura enviou a Guarda Municipal para conter a nossa manifestação e esta, de forma truculenta mandou que o caminhão de lixo da empresa Cavo passasse por cima dos manifestantes. Eu achei isso um absurdo. Cheguei na porta da Cavo e vi a Guarda Municipal de Aracaju defender a empresa, sendo que as atribuições dela não são essas. É inadmissível que a prefeitura vá na mídia defender a empresa. O papel da prefeitura é de cobrar e fiscalizar”, disse.

Desorganização

O presidente do sindicato criticou também a contratação da Cavo pela prefeitura de Aracaju. “Acho que foi uma forma errada da parte administrativa da prefeitura em contratar uma empresa, de um dia para o outro, sem planejamento. Uma empresa que não tem nenhuma estrutura aqui em Aracaju. Essa situação causou um pânico nos trabalhadores e um caos na coleta de lixo. Com o devido planejamento, tudo isso poderia ter sido evitado”, reclamou.

Abaixo nota da Cavo sobre a reunião:

A Cavo informa que participou, nesta manhã, de mediação com o Sindicato dos Empregados da Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe, no Ministério Público do Trabalho de Aracaju (MPT), para organizar o processo de contratação dos funcionários demitidos da antiga prestadora de serviço de limpeza do município. Durante a reunião, o sindicato se comprometeu a não realizar novos bloqueios que impeçam a entrada e saída de caminhões e a realização dos serviços de limpeza na cidade. Ficou acordado que o sindicato encaminhará, nesta semana, as informações de 400 ex-funcionários para contratação pela Cavo até o dia 1 de abril, sendo que será mantido cadastro com as informações dos demais profissionais demitidos da empresa anterior para que sejam priorizados em caso de novas oportunidades durante o tempo de vigência do contrato de emergência. A operação conta, neste momento, com um quadro de 728 colaboradores, sendo que 200 são ex-funcionários da antiga empresa. Nesta segunda (21), mais 155 trabalhadores demitidos da empresa anterior foram contratados pela Cavo.

A Cavo reafirma que sempre se manteve aberta ao diálogo e que o processo de contratação está sendo realizado com a maior agilidade possível, dentro do que é permitido pelos padrões da empresa e a legislação trabalhista. É importante informar que o serviço de coleta domiciliar de resíduos já está regularizado na cidade. Desde o início da operação da Cavo, no dia 11 de março, 7,4 mil toneladas de resíduos foram recolhidas das ruas de Aracaju. Já com relação à decisão da 5ª Vara do Trabalho sobre transporte de trabalhadores, a Cavo ainda não foi notificada, mas informa que todos os serviços estão sendo executados com o devida proteção à saúde e a segurança dos trabalhadores.

A Cavo reitera o seu compromisso com a população aracajuana de tornar a Cidade uma das mais limpas do País.

CAVO/ Grupo Estre

 

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