Cemig: racionamento de energia está descartado

Informação foi dada pelo presidente da empresa, Mauro Borges, que foi ministro do Desenvolvimento e é conselheiro do Operador Nacional do Sistema; "Na reunião de fevereiro, a avaliação dos conselheiros foi que o nível dos reservatórios está em torno de 30% e que melhorará até o final de abril. Depois, passaremos pelo período de menor precipitações de maio a setembro de forma cuidadosa, com consumo consciente de energia, mas sem risco de racionamento", afirmou

 O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Mauro Borges, concede entrevista na 6ª Cúpula do Brics
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Mauro Borges, concede entrevista na 6ª Cúpula do Brics (Foto: Leonardo Attuch)

Minas 247 - O presidente da Cemig, Mauro Borges, que é também conselheiro do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), afirmou que o risco de racionamento de energia elétrica está praticamente descartado no País.

"Na reunião de fevereiro, a avaliação dos conselheiros foi que o nível dos reservatórios está em torno de 30% e que melhorará até o final de abril. Depois, passaremos pelo período de menor precipitações de maio a setembro de forma cuidadosa, com consumo consciente de energia, mas sem risco de racionamento", afirmou. "De qualquer forma, uma conclusão mais definitiva, com o descarte total de racionamento de energia elétrica teremos após a reunião de abril".

Borges falou, ainda, sobre a promessa do governador Fernando Pimentel de reduzir a alíquota de 30% que incide sobre a energia elétrica em Minas Gerais. "O mandato de Pimentel não é de um ano. A oposição cobrar a medida já no primeiro ano seria achar que o governador tem varinha de condão. O governador é um gestor de alta qualidade, mas não faz milagre. E falo até como assessor dele, já que estou num cargo de confiança de governo", afirmou.

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