Chuva na Chapada dos Veadeiros ainda não atinge áreas em chamas

Choveu na tarde desta sexta-feira na região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, mas segundo o chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Fernando Tatagiba, a chuva não atingiu a área que pega fogo; "De todo modo, como a temperatura baixou e umidade subiu, as condições melhoraram para o nosso trabalho", diz Tatagiba; a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que a chuva aumente no final de semana

Choveu na tarde desta sexta-feira na região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, mas segundo o chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Fernando Tatagiba, a chuva não atingiu a área que pega fogo; "De todo modo, como a temperatura baixou e umidade subiu, as condições melhoraram para o nosso trabalho", diz Tatagiba; a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que a chuva aumente no final de semana
Choveu na tarde desta sexta-feira na região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, mas segundo o chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Fernando Tatagiba, a chuva não atingiu a área que pega fogo; "De todo modo, como a temperatura baixou e umidade subiu, as condições melhoraram para o nosso trabalho", diz Tatagiba; a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que a chuva aumente no final de semana (Foto: Romulo Faro)

Mariana Tokarnia - repórter da Agência Brasil

Choveu na tarde de hoje (27) na região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Mas, segundo o chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Fernando Tatagiba, a chuva não atingiu a área que pega fogo.

"De todo modo, como a temperatura baixou e umidade subiu, as condições melhoraram para o nosso trabalho", diz Tatagiba. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que a chuva aumente no final de semana.

Este é o maior incêndio de toda a história do Parque Nacional. Mais de 60 mil hectares já foram atingidos pelo fogo, o que equivale a mais de 25% da extensão total da reserva.

Devido à importância de sua biodiversidade, a unidade de conservação foi ampliada em junho, de 65 mil para 240 mil hectares. O parque é refúgio de espécies ameaçadas de extinção ou endêmicas (só existem no local), como o cervo-do-pantanal, lobo-guará, pato-mergulhão e a onça-pintada, maior mamífero carnívoro da América do Sul.

O Parque Nacional foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2001.

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