Cidade de SP tem déficit de 358 mil moradias e 1.385 imóveis ociosos

Enquanto a cidade de São Paulo necessita de 358 mil novas moradias para zerar o déficit habitacional, 1.385 imóveis ociosos estão abandonados, subtilizados ou terrenos sem edificações; o  município possui outros 830 mil domicílios em assentamentos precários que precisam de regularização fundiária e de algum tipo de melhoria; o déficit de moradias é baseado no Plano Municipal de Habitação divulgado em 2016 e se baseia, por exemplo, no levantamento de casas precárias nas margens de córregos, palafitas e construídos por madeiras

Enquanto a cidade de São Paulo necessita de 358 mil novas moradias para zerar o déficit habitacional, 1.385 imóveis ociosos estão abandonados, subtilizados ou terrenos sem edificações; o  município possui outros 830 mil domicílios em assentamentos precários que precisam de regularização fundiária e de algum tipo de melhoria; o déficit de moradias é baseado no Plano Municipal de Habitação divulgado em 2016 e se baseia, por exemplo, no levantamento de casas precárias nas margens de córregos, palafitas e construídos por madeiras
Enquanto a cidade de São Paulo necessita de 358 mil novas moradias para zerar o déficit habitacional, 1.385 imóveis ociosos estão abandonados, subtilizados ou terrenos sem edificações; o  município possui outros 830 mil domicílios em assentamentos precários que precisam de regularização fundiária e de algum tipo de melhoria; o déficit de moradias é baseado no Plano Municipal de Habitação divulgado em 2016 e se baseia, por exemplo, no levantamento de casas precárias nas margens de córregos, palafitas e construídos por madeiras (Foto: Leonardo Lucena)
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SP 247 - Enquanto a cidade de São Paulo necessita de 358 mil novas moradias para zerar o déficit habitacional, 1.385 imóveis ociosos estão abandonados, subtilizados ou terrenos sem edificações. O município possui outros 830 mil domicílios em assentamentos precários que precisam de regularização fundiária e de algum tipo de melhoria. O déficit de moradias na capital paulista é baseado no Plano Municipal de Habitação divulgado em 2016 e se baseia, por exemplo, no levantamento de casas precárias nas margens de córregos, palafitas e construídos por madeiras. As informações foram publicadas pelo G1.

O incêndio em um prédio no centro da cidade na madrugada da terça-feira (1) acendeu o alerta para a falta de moradias. A prefeitura pretende entregar 25 mil unidades entre 2017 e 2020. No ano passado, foram concluídas mais de 7 mil moradias e outras 11 mil estão em obras. O restante das moradias disponíveis está em processo de contratação. Isso significa que a gestão municipal constrói menos de 10% do necessário para atender a demanda e zerar o déficit por moradias.

O Centro de São Paulo, com vários prédios vazios ou subtilizados, é visto como alternativa para o aumento do número de unidades habitacionais para a moradia popular. Mas, de acordo com a Secretaria Municipal da Habitação, a reforma de um apartamento em um prédio do Centro custaria cerca de R$ 400 mil a unidade enquanto um apartamento novo financiado pelo programa Minha Casa, minha Vida saí por cerca de R$ 150 mil.

O secretário da Habitação Fernando Chucre afirma que, "se você multiplicar nosso déficit habitacional nós precisaríamos com os recursos disponíveis ano a ano para a Secretaria da Habitação e para o município de São Paulo de quase cem anos para atender o déficit".

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