Ciro Gomes diz que “aliança com o PSB representa a garantia da eleição”

Em visita ao Recife nesta semana para conversar com o governador Paulo Câmara (PSB) sobre alianças, o pré-candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, avalia em entrevista ao El País que um eventual apoio da sigla "representa tudo. Praticamente a garantia da eleição"; "O que não quer dizer que sem eles eu não tenha chance, mas a chance se debilita", afirma ainda

Pré-candidato presidencial Ciro Gomes (PDT) em entrevista à Reuters no Rio de Janeiro 15/03/2018 REUTERS/Sergio Moraes
Pré-candidato presidencial Ciro Gomes (PDT) em entrevista à Reuters no Rio de Janeiro 15/03/2018 REUTERS/Sergio Moraes (Foto: Gisele Federicce)

Pernambuco 247 - Em visita ao Recife nesta semana para conversar com o governador Paulo Câmara (PSB) sobre alianças, o pré-candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, avalia em entrevista ao El País que um eventual apoio da sigla "representa tudo. Praticamente a garantia da eleição". "O que não quer dizer que sem eles eu não tenha chance, mas a chance se debilita", afirma ainda.

Ele diz esperar "humildemente" pela decisão do PSB. "A imensa maioria do PSB nos Estados tem afinidade com o meu partido. Mas aqui, o PT rivaliza conosco com essa aliança, o que é normal em tempos de democracia", disse, em referência à possibilidade de o partido rifar a candidatura de Marília Arraes no Estado para receber apoio do PSB à candidatura de Lula.

Em alguns Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a aliança já é dada como certa. Circula que o vice de Ciro será o empresário e ex-prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda (PSB). O pré-candidato não confirma, mas diz que, "idealmente", será um "representante do setor produtivo e da agenda do Sul e do Sudeste", características que se encaixam com o perfil de Lacerda. "Eu sou nordestino, então o ideal seria um vice que fosse o oposto", afirmou.

Segundo a reportagem do El País, se conseguir o apoio do PSB, o pedetista pula de 33 segundos na TV para 1 minuto e 7 segundos, deixando-o mais próximo de Geraldo Alckmin (PSDB), que já sai com 1 minuto e 12 segundos - o maior tempo depois do PT - sem contar a soma de suas alianças. Além disso, a união engordaria o fundo de campanha de Ciro Gomes, que, sozinho, responde por R$ 85 milhões da fatia, mas com o PSB pularia para R$ 245 milhões.

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