Com Temer rejeitado por 72% em AL, Renan busca distância

Com Michel Temer registrando uma rejeição de 72,4% junto aos alagoanos, segundo levantamento do Instituo Paraná Pesquisas, o distanciamento do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), do governo federal deve se acentuar nos próximos dias; temor é que alta impopularidade de Temer possa ter reflexos nas eleições de 2018, quando Renan deverá se candidatar à reeleição

Brasília- DF- Brasil- 10/03/2015- Vice-presidente Michel Temer se reúne com presidente do Senado, Renan Calheiros (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília- DF- Brasil- 10/03/2015- Vice-presidente Michel Temer se reúne com presidente do Senado, Renan Calheiros (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

Alagoas 247 - Com Michel Temer registrando uma rejeição de 72,4% junto aos alagoanos, segundo levantamento do Instituo Paraná Pesquisas, o distanciamento do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), do governo federal deve se acentuar nos próximos dias. O temor é que alta impopularidade de Temer possa ter reflexos nas eleições de 2018, quando além das eleições presidenciais, também serão eleitos governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores, quando Renan deverá se candidatar à reeleição.

Nos últimos dias, Renan vem demonstrando que está buscando se distanciar do governo Temer. Recentemente ele declarou que o governo tem cedido aos caprichos do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Lava Jato, além de demonstrar que tem interesses em comandar alterações na proposta da Reforma da Previdência desejada pelo governo.

O PMDB possui a maior bancada do Senado, com 22 parlamentares, e Renan é tido como um dos mais influentes, além de ser o líder do bloco, o que torna a situação do Planalto um tanto quanto delicada.

Segundo a pesquisa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto com em todos os cenários, variando entre 39% e 39,6% da preferência do eleitorado alagoano. Já Michel Temer fica com 3,5% a 4,3% enquanto os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin registram 10,2% e 6,3%, respectivamente (leia mais sobre a pesquisa).

 

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