Comércio fechou 7 mil vagas em Alagoas, diz Fecomércio

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Alagoas (Fecomércio), de 2014 até agora o desemprego no setor passou dos 7 mil; apesar disso, o comércio responde por 72% do Produto Interno Bruto do Estado e mantém 62% dos empregos formais; com apoio político, Fecomércio quer a revisão da relação de produtos sujeitos à cobrança do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), a regulação do Fundo de Equilíbrio Fiscal do Estado de Alagoas (Fefal) e a criação do Programa Emprega Mais Alagoas e um programa estadual para equalização de passivos tributários

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Alagoas (Fecomércio), de 2014 até agora o desemprego no setor passou dos 7 mil; apesar disso, o comércio responde por 72% do Produto Interno Bruto do Estado e mantém 62% dos empregos formais; com apoio político, Fecomércio quer a revisão da relação de produtos sujeitos à cobrança do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), a regulação do Fundo de Equilíbrio Fiscal do Estado de Alagoas (Fefal) e a criação do Programa Emprega Mais Alagoas e um programa estadual para equalização de passivos tributários
De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Alagoas (Fecomércio), de 2014 até agora o desemprego no setor passou dos 7 mil; apesar disso, o comércio responde por 72% do Produto Interno Bruto do Estado e mantém 62% dos empregos formais; com apoio político, Fecomércio quer a revisão da relação de produtos sujeitos à cobrança do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), a regulação do Fundo de Equilíbrio Fiscal do Estado de Alagoas (Fefal) e a criação do Programa Emprega Mais Alagoas e um programa estadual para equalização de passivos tributários (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - A superação da crise com criatividade e apoio político é uma das estratégias da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (Fecomércio). De 2014 até agora, o desemprego no setor passou dos 7 mil. Ainda assim, o comércio responde por 72% do Produto Interno Bruto do Estado e mantém 62% dos empregos formais. 

Ontem lideranças do setor deram o primeiro passo para conseguir uma interlocução maior com o governo do Estado. A convite da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio, eles debateram a crise e saídas na Assembleia Legislativa do Estado.

Segundo o presidente da Fecomércio, Wilton Malta, há espaço para o diálogo e para ajustes que sejam favoráveis aos dois lados: governo e comércio. “Sempre que construímos ajustes no que se refere à tributação, é importante porque dá condições de o empresário investir, se capitalizar e, principalmente, desenvolver o setor”, afirmou Malta. “Precisamos ser visto como um setor produtivo de relevância”.

A deputada Jó Pereira (PMDB) explicou que Alagoas não pode prescindir de abrir espaço para a ampliação do comércio, pois em muitas cidades o setor é o que mais emprega. “Há uma experiência muito bem-sucedida em Curitiba, onde o Parlamento está atento às questões que podem trazer prejuízos e, principalmente, nas que podem alavancá-lo”.

A pauta principal do setor envolve a revisão da relação de produtos sujeitos à cobrança do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), a regulação do Fundo de Equilíbrio Fiscal do Estado de Alagoas (Fefal), a criação do Programa Emprega Mais Alagoas e um programa estadual para equalização de passivos tributários.

Com gazetaweb.com

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247