Comissão da Verdade faz audiência pública sobre vala de Perus

“Objetivo é reunir informações atualizadas sobre pesquisas feitas nas ossadas de Perus e no cemitério de Vila Formosa, bem como discutir medidas que podem ser tomadas para evitar novas violações no âmbito do serviço funerário municipal”, diz a comissão; durante a ditadura militar, alguns cemitérios municipais de São Paulo integraram o aparato repressivo com a função de viabilizar o desaparecimento dos corpos daqueles que eram mortos por lutar contra o regime

“Objetivo é reunir informações atualizadas sobre pesquisas feitas nas ossadas de Perus e no cemitério de Vila Formosa, bem como discutir medidas que podem ser tomadas para evitar novas violações no âmbito do serviço funerário municipal”, diz a comissão; durante a ditadura militar, alguns cemitérios municipais de São Paulo integraram o aparato repressivo com a função de viabilizar o desaparecimento dos corpos daqueles que eram mortos por lutar contra o regime
“Objetivo é reunir informações atualizadas sobre pesquisas feitas nas ossadas de Perus e no cemitério de Vila Formosa, bem como discutir medidas que podem ser tomadas para evitar novas violações no âmbito do serviço funerário municipal”, diz a comissão; durante a ditadura militar, alguns cemitérios municipais de São Paulo integraram o aparato repressivo com a função de viabilizar o desaparecimento dos corpos daqueles que eram mortos por lutar contra o regime (Foto: Roberta Namour)
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247 – A Comissão Municipal da Verdade realiza na próxima segunda-feira (2) uma audiência pública sobre o uso de cemitérios municipais na ocultação de cadáveres durante a ditadura.

“Objetivo é reunir informações atualizadas sobre pesquisas feitas nas ossadas de Perus e no cemitério de Vila Formosa, bem como discutir medidas que podem ser tomadas para evitar novas violações no âmbito do serviço funerário municipal”, diz a comissão.

Durante a ditadura militar, alguns cemitérios municipais de São Paulo integraram o aparato repressivo com a função de viabilizar o desaparecimento dos corpos daqueles que eram mortos por lutar contra o regime.

Com a ajuda de médicos do Instituto Médico Legal (IML), funcionários do serviço funerário e oficiais que registravam certidões de óbito falsas, dezenas de militantes foram sepultados como indigentes nos cemitérios de Vila Formosa, na Zona Leste, Dom Bosco (Perus), na Zona Norte, e Campo Grande, na Zona Sul.

A investigação deste sistema é um dos eixos do trabalho da Comissão da Memória e Verdade da Prefeitura de São Paulo (CMV). Na próxima segunda-feira (2), este será o tema de audiência pública realizada às 14h no salão nobre da Câmara Municipal.

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