Correia: será que a famosa impunidade contra tucanos vai acabar?

O deputado estadual Rogério Correia (PT) chamou a atenção para a seletividade da Justiça em relação a condenações de políticos após a PF pedir cópias de registros de entrada e saída de endereços ligados ao empresário Oswaldo Borges, um dos operadores do senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Lembrando que, com Aécio, faltam convicções, mas sobram provas, todas gravadas em áudio e vídeo", disse

O deputado estadual Rogério Correia (PT) chamou a atenção para a seletividade da Justiça em relação a condenações de políticos após a PF pedir cópias de registros de entrada e saída de endereços ligados ao empresário Oswaldo Borges, um dos operadores do senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Lembrando que, com Aécio, faltam convicções, mas sobram provas, todas gravadas em áudio e vídeo", disse
O deputado estadual Rogério Correia (PT) chamou a atenção para a seletividade da Justiça em relação a condenações de políticos após a PF pedir cópias de registros de entrada e saída de endereços ligados ao empresário Oswaldo Borges, um dos operadores do senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Lembrando que, com Aécio, faltam convicções, mas sobram provas, todas gravadas em áudio e vídeo", disse (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O deputado estadual Rogério Correia (PT) chamou a atenção para a seletividade da Justiça em relação a condenações de políticos." Será que a famosa impunidade contra tucanos vai acabar? Lembrando que, com Aécio, faltam convicções, mas sobram provas, todas gravadas em áudio e vídeo", escreveu o parlamentar em sua conta no Facebook.

"O cerco vai se fechando contra Aécio e seus aliados. A PF pediu cópias de registros de entrada e saída de endereços ligados a um de seus operadores, o empresário Oswaldo Borges, apontado por delatores como operador do recebimento de caixa 2 de campanhas do senador", disse. "Como sempre lembramos, “Onde tem rolo tem Aécio, onde tem Aécio tem rolo!", acrescentou.

Após a Polícia Federal pedir cópias de registros de entrada e saída de endereços ligados a um de seus operadores, o empresário Oswaldo Borges, apontado por delatores da Operação Lava Jato como operador do recebimento de caixa 2 de campanhas do senador.

Borges comandou a licitação da Cidade Administrativa e, de acordo com um delator da Odebrecht, teria cobrado e recebido dinheiro de propina e caixa 2 em favor a Aécio Neves e seu grupo político. O esquema envolveria pagamento de pelo menos R$ 5,2 milhões para o tucano

 

 

 

 

 

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