Correia sobre adiamento do julgamento de Azeredo: O que faz uma ficha de filiação partidária...

Deputado estadual Rogério Correia (PT) criticou o adiamento do julgamento dos embargos infringentes do ex-governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB) no processo do mensalão tucano; "Lembrando que a pena de Azeredo prescreve em setembro, ou seja, daqui a seis meses", disse o parlamentar no Facebook; "O que faz uma ficha de filiação partidária... Azeredo, em um inquérito de mais de década, está a ponto de se livrar definitivamente. Em um processo saturado de provas!...", afirmou; "Azeredo namora há anos a impunidade"

Correia sobre adiamento do julgamento de Azeredo: O que faz uma ficha de filiação partidária...
Correia sobre adiamento do julgamento de Azeredo: O que faz uma ficha de filiação partidária... (Foto: Willian Dias)

Minas 247 - O deputado estadual Rogério Correia (PT) criticou o adiamento do julgamento, para o dia 24 de abril, dos recursos do ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB). "Lembrando que a pena de Azeredo prescreve em setembro, ou seja, daqui a seis meses", escreveu o parlamentar em sua conta no Facebook. A pena de Azeredo, de 20 anos e um mês de prisão em regime fechado, pode prescrever em setembro, quando o tucano completa 70 anos.

"O que faz uma ficha de filiação partidária... Azeredo, em um inquérito de mais de década, está a ponto de se livrar definitivamente. Em um processo saturado de provas!...", continuou.

Segundo o parlamentar, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "é o contrário, tudo é corrido". "Investigado há três anos e ainda assim sem nenhuma prova contra si (fato admitido até pela sentença do "juiz" Moro), o presidente mais popular da história está condenado e tem toda a mídia corporativa e setores do Judiciário associado ao golpe tramando sua prisão. Isso tudo em prazo recorde".
 
"Azeredo namora há anos a impunidade. Aécio quer o mesmo e já estuda trazer os julgamentos de seus rolos para Minas. Vai conseguir? Não se depender da nossa luta, que já dura bem mais de década", acrescentou.

De acordo com as investigações, Azeredo foi denunciado por envolvimento em um esquema de corrupção que beneficiou a sua campanha de reeleição ao governo mineiro em 1998. O tucano teria desviado cerca de R$ 3 milhões de estatais mineiras, como a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o extinto Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge). A denúncia apontou que o dinheiro das estatais teria sido transferido para empresas do publicitário Marcos Valério, operador do esquema. 

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