Cunha já tenta emplacar aliados no governo Temer

Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), teria trabalhado junto a Michel Temer no convite ao secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, para assumir a Advocacia-Geral da União em um provável governo do vice; antes de assumir a secretaria, em 2014, Moraes defendeu Cunha e conseguiu a absolvição do peemedebista no STF (Supremo Tribunal Federal) em um processo em que era acusado de uso de documento falso

Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), teria trabalhado junto a Michel Temer no convite ao secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, para assumir a Advocacia-Geral da União em um provável governo do vice; antes de assumir a secretaria, em 2014, Moraes defendeu Cunha e conseguiu a absolvição do peemedebista no STF (Supremo Tribunal Federal) em um processo em que era acusado de uso de documento falso
Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), teria trabalhado junto a Michel Temer no convite ao secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, para assumir a Advocacia-Geral da União em um provável governo do vice; antes de assumir a secretaria, em 2014, Moraes defendeu Cunha e conseguiu a absolvição do peemedebista no STF (Supremo Tribunal Federal) em um processo em que era acusado de uso de documento falso (Foto: Roberta Namour)
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247 – O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), estaria por trás do convite ao secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, para assumir a Advocacia-Geral da União em um provável governo Michel Temer.

Segundo reportagem de Thais Arbex, Cunha trabalhou junto a Temer pela escolha de Moraes.

Antes de assumir a secretaria, em 2014, Moraes defendeu Cunha e conseguiu a absolvição do peemedebista no STF (Supremo Tribunal Federal) em um processo em que era acusado de uso de documento falso.

Ele era acusado pelo MPF (Ministério Público Federal), de apresentar documento falso para suspender processo em andamento no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, que apurava sua gestão na Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro, entre 1999 e 2000.

Cunha nega o lobby: "Apesar de avaliar Alexandre como um dos melhores quadros do país, não fiz qualquer gestão por seu nome e nem seria preciso. Conheci Alexandre por meio do vice-presidente Michel Temer, logo a alegação de lobby é pura fantasia", disse (leia aqui).

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