Defensoria Pública na Bahia investiga Enem

A Defensoria Pública da União (DPU) na Bahia investiga se, ao fazer a seleção das escolas para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) tomou os cuidados necessários para garantir condições de igualdade; defensor federal Átila Ribeiro Dias afirma que os organizadores da prova devem alocar os estudantes de preferência em locais perto de suas casas; se for comprovado que o Enem não obedeceu ao princípio da isonomia, a Defensoria poderá ajuizar uma ação civil pública na Justiça Federal

A Defensoria Pública da União (DPU) na Bahia investiga se, ao fazer a seleção das escolas para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) tomou os cuidados necessários para garantir condições de igualdade; defensor federal Átila Ribeiro Dias afirma que os organizadores da prova devem alocar os estudantes de preferência em locais perto de suas casas; se for comprovado que o Enem não obedeceu ao princípio da isonomia, a Defensoria poderá ajuizar uma ação civil pública na Justiça Federal
A Defensoria Pública da União (DPU) na Bahia investiga se, ao fazer a seleção das escolas para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) tomou os cuidados necessários para garantir condições de igualdade; defensor federal Átila Ribeiro Dias afirma que os organizadores da prova devem alocar os estudantes de preferência em locais perto de suas casas; se for comprovado que o Enem não obedeceu ao princípio da isonomia, a Defensoria poderá ajuizar uma ação civil pública na Justiça Federal (Foto: Leonardo Lucena)

Bahia 247 – A Defensoria Pública da União (DPU) na Bahia investiga se, ao fazer a seleção das escolas para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) tomou os cuidados necessários para garantir condições de igualdade. Na última sexta-feira (14), foi aberto um processo administrativo para apurar o caso. Se for comprovado que o Enem obedeceu ao princípio da isonomia, a Defensoria poderá ajuizar uma ação civil pública na Justiça Federal.

O defensor federal Átila Ribeiro Dias afirma que os organizadores da prova devem alocar os estudantes de preferência em locais perto de suas casas. Segundo ele, também deve ser levado em consideração o fornecimento de transporte coletivo nas regiões onde moram os candidatos. As informações são do Bahia Notícias.

Dias pediu, ainda, uma relação das escolas que sediaram o exame em Salvador. "Requisitamos informações para saber se existem requisitos mínimos para a escolha dos locais e se todos eles oferecem as mesmas condições estruturais aos candidatos", acrescentou o defensor.

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