Defesa da ALE é “inconsistente”, diz MPE

Há 45 dias o Ministério Público de Alagoas vem analisando as denúncias de irregularidades na folha de pagamento da Assembleia Legislativa. 15 promotores participam das investigações. Após as denúncias, a Mesa Diretora adotou medidas para minimizar a polêmica, mas não vem conseguindo resultados. De acordo com o chefe do MP, Sérgio Jucá, a análise dos documentos enviados pela ALE não os convenceram porque os "documentos são inconsistentes".

Há 45 dias o Ministério Público de Alagoas vem analisando as denúncias de irregularidades na folha de pagamento da Assembleia Legislativa. 15 promotores participam das investigações. Após as denúncias, a Mesa Diretora adotou medidas para minimizar a polêmica, mas não vem conseguindo resultados. De acordo com o chefe do MP, Sérgio Jucá, a análise dos documentos enviados pela ALE não os convenceram porque os "documentos são inconsistentes".
Há 45 dias o Ministério Público de Alagoas vem analisando as denúncias de irregularidades na folha de pagamento da Assembleia Legislativa. 15 promotores participam das investigações. Após as denúncias, a Mesa Diretora adotou medidas para minimizar a polêmica, mas não vem conseguindo resultados. De acordo com o chefe do MP, Sérgio Jucá, a análise dos documentos enviados pela ALE não os convenceram porque os "documentos são inconsistentes". (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - O procurador-geral de Justiça, Sérgio Jucá, classificou como "inconsistentes" as respostas apresentados ao Ministério Público de Alagoas (MPE/AL) pela Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) para rebater as denúncias de irregularidades na folha de pagamento. Mais de 15 promotores foram deslocados para encabeçar as investigações necessárias para apurar se há veracidade nas denúncias apontadas pelo deputado João Henrique Caldas (PTN).

Há duas semanas, o presidente da Mesa Diretora da ALE, Fernando Toledo (PSDB), enviou as respostas solicitadas pelo MPE. No entanto, de acordo com Jucá os documentos enviados não o convenceram. "Na análise preliminar, a resposta enviada pela Mesa Diretora não nos convenceu. Os documentos são inconsistentes. De posse da complexidade das denúncias, coloquei mais de 15 promotores para auxiliar nas diligências. Asseguro a toda sociedade que havendo irregularidades o MPE não se futurará do seu deve constitucional”, alertou. 

O procurador-geral revelou ainda que nos últimos 45 dias vem analisando com cuidado as denúncias apresentadas pelo deputado JHC. Jucá diz que nas denúncias, há o nome de pessoas que fazem parte da alta sociedade alagoana recebendo dinheiro da ALE de forma duvidosa. “Observamos, na análise preliminar, que diversas pessoas se transformaram em parasitas na folha de pagamento do Parlamento. Cidadãos que não dependem disso, mas lá colocaram seus nomes com algum objetivo. O MP vai investigar cada situação, sendo as dos servidores públicos ou comissionados”, emendou Jucá.

Nos últimos dias, a imprensa alagoana tem divulgado extratos e apontado eventuais distorções na folha de pagamento, inclusive com servidores recebendo mais de um pagamento no período de 30 dias. Logo após as denúncias veiculadas na imprensa, a Mesa Diretora adotou medidas para minimizar a polêmica.

Com gazetaweb.com

 

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