Deputado defende greve geral: “Só o povo nas ruas mudará o rastro do golpe”

Membro do MST na Bahia, o deputado Valmir Assunção (PT) convoca a militância e o povo às ruas no dia 28 próximo, para quando está marcada a greve geral organizada pelas centrais sindicais contra as medidas de Michel Temer, tais como as reformas da Previdência e trabalhista; Valmir destaca "a força de organização dos movimentos e a necessidade da população cobrar debate e sua participação nas propostas"; "Temer está pagando a conta do golpe contra Dilma, aprovando projetos que retiram direitos das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros, beneficiando uma bancada de empresários. Somente com o povo nas ruas vamos conseguir frear as sandices deste governo ilegítimo", diz o deputado

Valmir Assunção
Valmir Assunção (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Membro do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) na Bahia, o deputado federal Valmir Assunção (PT) convoca a militância dos partidos de esquerda e o povo às ruas no dia 28 próximo, para quando está marcada a greve geral organizada pelas centrais sindicais contra as medidas de Michel Temer, tais como as reformas da Previdência e trabalhista.

O deputado destaca "a força de organização dos movimentos e a necessidade da população cobrar debate e sua participação nas propostas".

"Na verdade, Temer está pagando a conta do golpe contra Dilma, aprovando projetos que retiram direitos das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros, beneficiando uma bancada de empresários. Estas propostas vão atacar em cheio o trabalhador do campo. Já tinha frisado isto antes e volto a dizer, somente com o povo nas ruas vamos conseguir frear as sandices deste governo ilegítimo", diz Valmir.

De acordo com o deputado, desde a segunda quinzena de março, os movimentos iniciaram protestos em diferentes cidades da Bahia. "Devemos passar pelo dia 31 com grandes manifestações. Até o dia 24 de abril o calendário deve ser extenso e vai culminar na greve geral, dia 28, contra o governo golpista e a retirada de direitos".

Os movimentos sociais, centrais sindicais e coletivos populares estarão com atividades centrais nas capitais, cobrando o fim do desmonte da Previdência e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT. 

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