Deputado defende projeto que libera bebida alcoólica em estádio

O deputado estadual Gony Arruda (PSD) defendeu nesta sexta (6), na Assembleia Legislativa, seu projeto de lei que autoriza a comercialização de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. Para o parlamentar, a proibição é fruto do preconceito e provoca a queda de arrecadação. Gony explicou que a venda será limitada a duas unidades por vez, por pessoa o que seria melhor do que vendas clandestinas e sem fiscalização 

O deputado estadual Gony Arruda (PSD) defendeu nesta sexta (6), na Assembleia Legislativa, seu projeto de lei que autoriza a comercialização de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. Para o parlamentar, a proibição é fruto do preconceito e provoca a queda de arrecadação. Gony explicou que a venda será limitada a duas unidades por vez, por pessoa o que seria melhor do que vendas clandestinas e sem fiscalização 
O deputado estadual Gony Arruda (PSD) defendeu nesta sexta (6), na Assembleia Legislativa, seu projeto de lei que autoriza a comercialização de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. Para o parlamentar, a proibição é fruto do preconceito e provoca a queda de arrecadação. Gony explicou que a venda será limitada a duas unidades por vez, por pessoa o que seria melhor do que vendas clandestinas e sem fiscalização  (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O deputado Gony Arruda (PSD) defendeu nesta sexta-feira (6), na Assembleia Legislativa, projeto de lei, de sua autoria, que autoriza a venda de bebidas alcoólicas de até 10º, nos estádios de futebol. Para o deputado, está havendo preconceito com o esporte, já que em outras modalidades como lutas de UFC, as bebidas são liberadas para venda.

O parlamentar informou que em 13 estados da Federação já é permitida a venda, com leis próprias, assegurando a comercialização. Além  disso, Gony Arruda citou o blog do jornalista Renato Abreu, que diz já ocorrer venda clandestina de bebidas no estádio Castelão, fato registrado no último jogo Fortaleza x Tupi.

“Renato Abreu escreveu que, em todos os camarotes e em todas as dependências do estádio, havia farta venda de bebidas na clandestinidade. Além disso, há entrada de drogas ilícitas de forma clandestina.  Portanto, a proibição parece ser um tremendo preconceito”, disse.

De acordo com Gony Arruda, a proibição está provocando a queda de arrecadação. Conforme explicou, as pessoas ficam consumindo da porta do estádio, entrando somente na última hora, gerando confusão, e até pessoas pulando catracas.

Para Gony Arruda, a violência não pode ser pretexto para a proibição porque os conflitos acontecem fora dos estádios. “São baderneiros que se organizam através de redes  sociais e vão para terminais de ônibus se digladiar com os rivais”.

O deputado frisou que há uma grande desinformação a cerca do assunto por aqueles que são contrários ao comércio.  de acordo com o deputado, a venda será limitada a duas unidades por vez, por pessoa. Isso, na opinião dele seria bem melhor do que vendas clandestinas e sem fiscalização. “Deixo claro que  raramente bebo em estádio. Noventa e oito por cento das vezes vou só para assistir, mas a bebida é permitida em todos os grandes eventos do mundo”, observou.

Gony Arruda explicou que, nos Estados Unidos, há venda de bebidas em eventos esportivos. Noventa por cento das pessoas que frequentam os estádios no Ceará são favoráveis,  por isso diz não entender porque vem ao debate pessoas que não frequentam os estádios. "Se for para proibir, que seja em todos os eventos do Estado. Tem conflitos também em shows”, lembrou.

O deputado acrescentou que a maior briga  no estádio em tempos recentes foi no jogo entre Vasco e Flamengo, no São Januário. “Apesar do grande debate ocorrido por três semanas nos principais meios  de comunicação, não houve nenhuma orientação no sentido de suspender venda de bebidas, que é autorizada nos estádios do Rio de Janeiro”.

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