Deputado nega acordo de Camilo com Eunício sobre intervenção no Ceará

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta sexta-feira (2), o deputado Tomaz Holanda (PPS) esclareceu que não houve “aliança” do governador Camilo Santana (PT) com o presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE) em relação à intervenção de forças federais no Ceará. “Isso quem destacou foi o ministro da Segurança Nacional, Raul Jungmann, que ressaltou na matéria da Agência Brasil que a situação no Ceará não pode ser comparada com a do Rio de Janeiro. Não tem nada a ver com essa aliança política para essa questão da segurança pública”, assegurou

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta sexta-feira (2), o deputado Tomaz Holanda (PPS) esclareceu que não houve “aliança” do governador Camilo Santana (PT) com o presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE) em relação à intervenção de forças federais no Ceará. “Isso quem destacou foi o ministro da Segurança Nacional, Raul Jungmann, que ressaltou na matéria da Agência Brasil que a situação no Ceará não pode ser comparada com a do Rio de Janeiro. Não tem nada a ver com essa aliança política para essa questão da segurança pública”, assegurou
Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta sexta-feira (2), o deputado Tomaz Holanda (PPS) esclareceu que não houve “aliança” do governador Camilo Santana (PT) com o presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE) em relação à intervenção de forças federais no Ceará. “Isso quem destacou foi o ministro da Segurança Nacional, Raul Jungmann, que ressaltou na matéria da Agência Brasil que a situação no Ceará não pode ser comparada com a do Rio de Janeiro. Não tem nada a ver com essa aliança política para essa questão da segurança pública”, assegurou (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O deputado Tomaz Holanda (PPS) esclareceu, nesta sexta-feira (2), durante a ordem do dia da sessão plenária, que não houve “aliança” do governador Camilo Santana com o presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE) em relação à intervenção de forças federais no Ceará.

“Isso quem destacou foi o ministro da Segurança Nacional, Raul Jungmann, que ressaltou na matéria da Agência Brasil que a situação no Ceará não pode ser comparada com a do Rio de Janeiro. Não tem nada a ver com essa aliança política para essa questão da segurança pública”, assegurou.

Conforme o parlamentar, no Rio de Janeiro havia uma quebra de hierarquia de funcionamento das instituições, o que não ocorre no Ceará, onde “as coisas funcionam. O negócio lá está bagunçado, uma situação crítica, e o Ceará está longe disso aí”, afirmou.

“Orgulhoso”

Também na Assembleia, o deputado Roberto Mesquita (PSD) fez críticas ao governador Camilo Santana, afirmando que ele não solicitou intervenção Federal no Ceará por ser orgulhoso. Conforme lembrou o parlamentar, mais de cinco mil pessoas foram assassinadas no ano passado, ou seja, número semelhante à população de Guaramiranga. Lembrou ainda do problema de supostos chefes de facções transitarem livremente por Fortaleza.

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