Deputados do PT e PSOL querem intervenção de Alckmin em ocupação no ABC

Uma comissão de deputados estaduais do PT e do PSOL estiveram nesta manhã no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e conversaram com o chefe da Casa Civil, pedindo que o governo Geraldo Alckmin intervenha para evitar a reintegração de posse em um terreno em São Bernardo do Campo (SP); cerca de 7 mil famílias ocupam um terreno vazio há quatro décadas e os deputados da oposição temem que a reintegração de posse seja feita de forma violenta; o líder do PT, Alencar Braga, reiterou que a decisão a partir de agora é política; "Alckmin pode evitar uma ação violenta e um novo 'Pinheirinho' mas, para isso, precisa de sensibilidade política", afirmou

Uma comissão de deputados estaduais do PT e do PSOL estiveram nesta manhã no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e conversaram com o chefe da Casa Civil, pedindo que o governo Geraldo Alckmin intervenha para evitar a reintegração de posse em um terreno em São Bernardo do Campo (SP); cerca de 7 mil famílias ocupam um terreno vazio há quatro décadas e os deputados da oposição temem que a reintegração de posse seja feita de forma violenta; o líder do PT, Alencar Braga, reiterou que a decisão a partir de agora é política; "Alckmin pode evitar uma ação violenta e um novo 'Pinheirinho' mas, para isso, precisa de sensibilidade política", afirmou
Uma comissão de deputados estaduais do PT e do PSOL estiveram nesta manhã no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e conversaram com o chefe da Casa Civil, pedindo que o governo Geraldo Alckmin intervenha para evitar a reintegração de posse em um terreno em São Bernardo do Campo (SP); cerca de 7 mil famílias ocupam um terreno vazio há quatro décadas e os deputados da oposição temem que a reintegração de posse seja feita de forma violenta; o líder do PT, Alencar Braga, reiterou que a decisão a partir de agora é política; "Alckmin pode evitar uma ação violenta e um novo 'Pinheirinho' mas, para isso, precisa de sensibilidade política", afirmou (Foto: Charles Nisz)

SP 247 - Uma comissão de deputados estaduais do PT, Alencar Santana Braga, Luiz Fernando Teixeira e Carlos Neder, além dos deputados federais Paulo Teixeira e Nilto Tatto, e o deputado estadual Carlos Gianazzi, do Psol, estiveram na manhã desta segunda-feira 2 no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, para discutir a mega ocupação em São Bernardo do Campo, onde cerca de sete mil famílias lutam pelo direito à moradia e ocupam um terreno vazio há quatro décadas.

Os parlamentares foram recebidos pelo Secretário da Casa Civil, Samuel Moreira, e demonstraram a preocupação com a expedição de um possível mandado de reintegração de posse, gerando confronto entre as forças policiais e os movimentos por moradia.

Os deputados pediram intervenção do governo Alckmin para que abra negociação evitando a reintegração e garantindo intervenção conjunta com governo federal para que as famílias sejam contempladas com programas de moradia.

O líder do PT na Alesp, Alencar Santana, foi enfático em definir o perigo de uma ação policial no local, que pode resultar em pessoas feridas e uma nova tragédia.

Também destacou que o governo tem que assumir sua responsabilidade na política habitacional: "a intervenção do estado é fundamental pra dar dignidade aquelas pessoas que lutam por moradia, evitando um novo Pinheirinho", disse, em referência à violenta reintegração de posse ocorrida em São José dos Campos em 2012. 

Os deputados também estiveram no Tribunal de Justiça de São Paulo e conversaram com o presidente, Paulo Dimas.

Eles levaram a preocupação quanto a uma reintegração de posse no local e alegam ser necessário uma atitude conjunta dos governos federal, estadual e municipal no sentido de garantir a negociação do terreno com o proprietário e a busca por uma solução para as sete mil famílias acampadas.

O líder do PT reiterou que a decisão a partir de agora é política. "Alckmin pode evitar uma ação violenta e um novo 'Pinheirinho' mas, para isso, precisa de sensibilidade política", afirmou.

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