Dilma pode vir ao TO para inauguração da Embrapa

Presidência da República considera prevista a chegada da presidente Dilma Rousseff em Palmas na próxima sexta-feira, 6 de maio, para a inauguração do Centro de pesquisas da Embrapa Pesca e Aquicultura; agenda está sendo articulada pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e faz parte da estratégia do governo de entregar o máximo de obras e fazer os anúncios mais importantes do governo, antes do Senado votar a admissibilidade do processo de impeachment, que poderá afastar Dilma por 180 dias

Presidência da República considera prevista a chegada da presidente Dilma Rousseff em Palmas na próxima sexta-feira, 6 de maio, para a inauguração do Centro de pesquisas da Embrapa Pesca e Aquicultura; agenda está sendo articulada pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e faz parte da estratégia do governo de entregar o máximo de obras e fazer os anúncios mais importantes do governo, antes do Senado votar a admissibilidade do processo de impeachment, que poderá afastar Dilma por 180 dias
Presidência da República considera prevista a chegada da presidente Dilma Rousseff em Palmas na próxima sexta-feira, 6 de maio, para a inauguração do Centro de pesquisas da Embrapa Pesca e Aquicultura; agenda está sendo articulada pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e faz parte da estratégia do governo de entregar o máximo de obras e fazer os anúncios mais importantes do governo, antes do Senado votar a admissibilidade do processo de impeachment, que poderá afastar Dilma por 180 dias (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - A presidente Dilma Rousseff pode visitar o Tocantins na próxima sexta-feira, 6 de maio. A Presidência da República considera prevista a chegada da presidente em Palmas para a inauguração do Centro de pesquisas da Embrapa Pesca e Aquicultura. 

A agenda da presidente no Tocantins está sendo articulada pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e faz parte da estratégia do governo de entregar o máximo de obras e fazer os anúncios mais importantes do governo, antes do Senado votar a admissibilidade do processo de impeachment, o que resultará no afastamento de Dilma por 180 dias. 

Única filiada ao PMDB que restou no governo, Kátia tem sido uma das aliadas mais fieis de Dilma. Nesta sexta-feira, 29, Kátia fez a defesa da presidente na Comissão do Impeachment no Senado (leia mais).

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