Dilma: querem Lula preso porque não conseguem ganhar no voto

Em ato de campanha na cidade de Contagem (MG), a presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, candidata do PT ao Senado por Minas, afirmou que o ex-presidente foi preso apenas para não ser o preferido dos eleitores. "Pois o Lula é o preferido dessa eleição", disse; Quando uma pessoa gritou "Lula ladrão", Dilma afirmou que "esse pessoal é o pessoal do ódio, o pessoal da intolerância, o pessoal que quer o Lula preso porque não conseguem ganhar no voto, tentam ganhar na violência"

Dilma: querem Lula preso porque não conseguem ganhar no voto
Dilma: querem Lula preso porque não conseguem ganhar no voto (Foto: Rafael Ribeiro)

Minas 247 - A presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, candidata do PT ao Senado por Minas, voltou a pedir votos para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líder absoluto em todas as pesquisas eleitorais. Segundo ela, que também lidera a corrida para o Senado, o ex-presidente foi preso só para não ser o preferido dos eleitores. "Pois o Lula é o preferido dessa eleição", afirmou Dilma que participou de ato em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Quando uma pessoa gritou "Lula ladrão", Dilma afirmou que "esse pessoal é o pessoal do ódio, o pessoal da intolerância, o pessoal que quer o Lula preso porque não conseguem ganhar no voto, tentam ganhar na violência".

A ex-presidente também disse que a escolha dos deputados e senadores certos são fundamentais para que ele possa governar o país a partir de 2019. "Sem um Congresso com pessoas dignas e combativas, que estejam do lado certo da história, é muito difícil governar o país. Quando eles acham que o povo deve ser retirado do orçamento, dão um golpe de Estado", afirmou.

Dilma criticou o governo Michel Temer e a PEC do Teto dos Gastos, que congela os investimentos públicos por 20 anos. E afirmou que o Brasil tem US$ 360 bilhões em reservas cambiais (montante acumulado em moedas estrangeiras). "Não tem como o país estar quebrado. Somos o quinto país do mundo com maior reserva e não precisamos cortar gastos em saúde aumentando a mortalidade infantil e cortando vacinas", garantiu.

Em seu discurso, a ex-presidente disse que Minas e "suas riquezas minerais não podem ser objeto de poucos, como esses tucanos que governaram". "A única coisa que fizeram foi entregar nossas riquezas para empresas internacionais", continuou.

Segundo a a candidata, Minas não pode ser um estado atrasado. "Esse estado está aquém do que ele pode ser. É por isso que, como senadora, quero lutar por ele".

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